Espanha pode ir a eleições já em abril. Sánchez avalia possibilidade

Pedro Sánchez é primeiro-ministro de Espanha desde junho de 2018, depois da aprovação da moção de censura ao governo de Mariano Rajoy, a 1 de junho de 2018. Manifestações de domingo podem precipitar cenário eleitoral no país-vizinho.

EPA/Juan Carlos Hidalgo

O primeiro-ministro, Pedro Sánchez, no cargo desde junho de 2018, está a considerar convocar eleições para o dia 14 de abril, um mês e meio das eleições para o Parlamento Europeu. De acordo com o “El Mundo“, esta possibilidade surge após milhares de espanhóis terem saído à rua, no domingo, para exigir eleições antecipadas, devido à aprovação dos orçamentos gerais do Estado de 2019, cujas emendas são debatidas a partir desta terça-feira pelos deputados em Madrid e de um distanciamento do executivo de Sánchez com os partidos separatistas catalães.

Acresce, ainda, que Espanha terá eleições municipais e regionais em 26 de maio, o que também “aperta” o calendário eleitoral espanhol.

No domingo, milhares de espanhóis saíram à rua para exigir eleições antecipadas, sendo que o manifesto do protesto intitulava-se “Por uma Espanha unida, eleições já!”.Os partidos de direita, sobretudo, acusam o governo do PSOE de “humilhação do Estado sem precedentes” e argumentam que os espanhóis “não estão dispostos a tolerar mais traições ou concessões”.

No protesto contra governação de Pedro Sánchez, participaram os líderes do PP, Pablo Casado, do Ciudadanos, Albert Rivera e Santiago Abascal, líder do Vox.

Pedro Sánchez é primeiro-ministro de Espanha desde junho de 2018, depois da aprovação da moção de censura ao governo de Mariano Rajoy, a 1 de junho de 2018.

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