Este empresário quer acabar com a Liga dos Campeões e não quer clubes portugueses na nova Super Liga

A ideia de Stephen Ross passa por uma Super Liga fechada, de 24 equipas, sem promoções ou relegações e que se perfila como um grupo restrito das melhores equipas do continente europeu.

Real Estate developer and sports entrepreneur Stephen Ross speaks during a news conference to announce the 2015 International Champions Cup North America in New York April 28, 2015. International Champions Cup is an annual summer event pitting teams from world’s top soccer clubs with teams from the United States’ MLS. Participating teams include Manchester United, Chelsea, The New York Red Bulls, San Jose Earthquakes, Club America, and Paris Saint-Germain amongst others. REUTERS/Brendan McDermid – RTX1AOWK

Stephen Ross tornou-se notícia no mundo do futebol em 2013, ano em que lançou a conhecida International Champions Cup, um torneio de verão que tem vindo a ganhar reputação e já é uma das provas que mais equipas de renome consegue juntar na pré-temporada. No entanto, este empresário norte-americano, proprietário dos Miami Dolphins (equipa de futebol americano da NFL) tem um projeto ainda mais ambicioso: acabar com a Champions League e substitui-la por uma nova Liga, fechada e reservada apenas às melhores equipas europeias.

Segundo o “Sportbild”, a ideia de Stephen Ross passa por uma Super Liga fechada, de 24 equipas, sem promoções ou relegações e que se perfila como um grupo restrito das melhores equipas do continente europeu, um espaço que contaria com conjunto das cinco grandes Ligas do continente europeu (Premier League, La Liga, Ligue 1, Bundesliga e Serie A) e que viria substituir a Liga dos Campeões. Esta competição não iria colidir com o calendário dos campeonatos nacionais.

Além disso, este campeonato teria um aliciante extra para as equipas com uma colossal capacidade económica: não seriam impostas multas nem sanções pelo endividamento causado pelos gastos em contratações. Assim, não iria existir fair play financeiro, e só este facto já pode atrair colossos como o Manchester City e PSG, sendo que o clube parisiense luta na UEFA para evitar sanções pelas contratações de Neymar e Mbappé.

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