EXCLUSIVO: Pedro Castro e Almeida será o novo CEO do Santander Totta

Com o fim do mandato dos membros dos órgãos sociais, António Vieira Monteiro passará a chairman do Santander Totta, apurou o Jornal Económico.

António Vieira Monteiro vai deixar de ser o CEO do Banco Santander Totta e passará a chairman no próximo mandato. Para o lugar de CEO, vai suceder-lhe o atual administrador executivo, Pedro Castro e Almeida, apurou o Jornal Económico.

Vieira Monteiro, questionado esta semana pelo Jornal Económico à margem da apresentação de resultados do Banco, escusou-se a pronunciar sobre o tema, dizendo que “se trata de uma decisão do acionista”.

A mudança de cadeiras dos dois administradores surge no quadro da renovação dos órgãos sociais para o triénio 2019-2021. O atual mandato da administração acaba no próximo dia 31 de dezembro.

A lista dos novos órgãos sociais vai ser avaliada pelo Banco Central Europeu, no âmbito do processo fit & proper (adequação e avaliação), e já deu entrada no Banco de Portugal, apurou o Jornal Económico. No entanto, o regulador bancário não comentou.

O Santander Totta vai assim manter o seu princípio de ter um CEO português.

A eleição dos órgãos sociais do Banco Santander Totta (que passará a ter a marca Santander) ocorrerá em assembleia-geral, que será convocada para o efeito e que deverá realizar-se até ao final deste ano.

Leia a notícia completa na edição semanal do Jornal Económico, que estará nas bancas esta sexta-feira.

 

Ler mais
Recomendadas

Associação Coleção Berardo diz que “não é, nem nunca foi cliente” da Caixa Geral de Depósitos

A missiva escrita pela Associação Coleção Berardo (ACB) aponta que o empresário prestou declarações no Parlamento exclusivamente na qualidade de legal representante da Metalgest e da Fundação José Berardo, entidades que são clientes da CGD desde 2006 e 2007, respetivamente, ao contrário da ACB.

Citibank quer regressar a Angola

A justificar o interesse, está, entre outros, a pressão das empresas petrolíferas junto dos parceiros financeiros e as dificuldades nos pagamentos para operações em dólares.

PremiumFundo dos lesados do BES processa Haitong e ex-administradores

Veículo criado para indemnizar lesados do Banco Espírito Santo exige 518 milhões a banco de investimento e cada um dos seis antigos gestores, entre os quais Ricardo Salgado, José Maria Ricciardi e Morais Pires. Ação deu entrada no tribunal a 7 de junho.
Comentários