Os partidos estão confiantes com os resultados da primeira fase de desconfinamento do país, mas pedem cautela, tendo em conta que os dados apresentados esta quinta-feira na reunião do Infarmed “não são ainda conclusivos”. À saída da sessão epidemiológica desta quinta-feira, que antecede a tomada de posição sobre a nova fase de retoma económica, os líderes políticos apelaram ao reforço do Serviço Nacional de Saúde (SNS) e das medidas de proteção dos cidadãos e pediram dados mais aprofundados sobre o desconfinamento para terem base científica para estudar os passos que se seguem.
“Não há muitos dados que permitam conclusões firmes” sobre o impacto do desconfinamento em Portugal. O alerta foi deixado pelo Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, ainda antes de dar a palavra aos representantes políticos que estiveram presentes na reunião do Infarmed. Segundo o Chefe do Estado, “não passaram ainda 15 dias”, desde o início do desconfinamento em Portugal, a 3 de maio, pelo que ainda não há resultados finais sobre o impacto da reabertura do comércio local, cabeleireiros e livrarias e diz que “só no final de junho poderá ser feita uma leitura mais completa” dos dados do desconfinamento.
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