Fidelidade regista maior número de participação de sempre após tempestade Leslie

A seguradora criou uma unidade operacional móvel com o objetivo de “quantificar e avaliar os prejuízos sofridos com a maior rapidez e proximidade possível junto da população afetada, agilizando melhor os processos de indemnização”.

A seguradora Fidelidade anunciou ter recebido mais de 5000 participações de ocorrências na sequência da tempestade Leslie, o maior sinistro de sempre em número de participações na história da seguradora.

De acordo com um comunicado divulgado na sexta-feira pela seguradora, “este número suplanta largamente o número de participações originadas pelos incêndios de junho em Pedrógão Grande, que não ultrapassaram as 132, e os dos incêndios de outubro a Norte do Tejo, que totalizaram 1134 participações”.

A Fidelidade explicou que estão ainda a decorrer processos de peritagem, tendo mobilizado “para o terreno afetado pela tempestade, com especial incidência no distrito de Coimbra, uma equipa de 50 peritos e o posto operacional móvel de emergência, tendo já efetuado desde o início da semana cerca de 500 peritagens”.

A seguradora criou uma unidade operacional móvel com o objetivo de “quantificar e avaliar os prejuízos sofridos com a maior rapidez e proximidade possível junto da população afetada, agilizando melhor os processos de indemnização”.

A Fidelidade ambiciona “agilizar todo o processo de levantamento de danos” de forma a proceder ao pagamento de indemnizações “da forma mais rápida possível”.

Os prejuízos causados pela tempestade na região Centro ultrapassam os 80 milhões de euros, de acordo com os dados preliminares avançados pelas câmaras municipais mais afetadas.

A passagem da tempestade Leslie por Portugal, no passado sábado e no domingo, provocou ainda 28 feridos ligeiros e 61 desalojados.

A Proteção Civil mobilizou 8.217 operacionais, que tiverem de responder a 2.495 ocorrências, sobretudo queda de árvores e de estruturas e deslizamento de terras.

Ler mais
Recomendadas

BCP com “vontade” de devolver já este ano aos trabalhadores salários cortados

“É essa a minha vontade”, disse Miguel Maya aos jornalistas, à margem da assinatura de um protocolo no Ministério da Economia, em Lisboa, para financiamento às empresas, quando questionado sobre se este ano o banco irá começar a devolver aos trabalhadores parte dos salários retidos entre 2014 e 2017.

Rendimentos mensais dos angolanos limitam acesso a divisas

A obtenção de 8.000 euros por viagem, fixados pelo Banco Nacional de Angola, depende dos rendimentos mensais de cada cliente domiciliados nos bancos comerciais.

Goldman Sachs: Ricos devem gastar mais dinheiro para não prejudicar economia dos EUA

O economista do banco de investimento Daan Struyven considera que o efeito da riqueza pode impactar o crescimento do PIB norte-americano em 0,5 pontos percentuais.
Comentários