Fintech portuguesa Magnifinance vai entrar na Alemanha e Áustria

A empresa financeira, que conta com 15 pessoas distribuídas por Portugal, Brasil e Espanha, não vai precisar de aumentar exponencialmente a equipa, mas quer encontrar mais um programador (‘full-stack web developer’).

A fintech portuguesa Magnifinance prepara-se para alargar horizontes e dar gás à internacionalização, prevendo até ao próximo semestre estar presente na Alemanha e Áustria. A empresa, que conta com 15 pessoas distribuídas por Portugal, Brasil e Espanha, não vai precisar de aumentar exponencialmente a equipa, mas quer encontrar mais um programador (full-stack web developer).

“Mais do que um software certificado de faturação, somos uma poderosa plataforma, altamente dinâmica e intuitiva que oferece inúmeros serviços exclusivos utilizados por algumas das maiores e mais conhecidas empresas de Portugal”, destaca o CEO da Magnifinance, Jorge Santos.

Por exemplo, emissão de faturas e número de utilizadores ilimitados, reconhecimento ótico de despesas, sugestão de reconciliação e integração, relatórios personalizáveis ou configurações de despesas e vendas recorrentes.

A scale-up contabiliza de mais de 120 milhões de documentos gerados desde o início pela plataforma e de mais de 294 mil pessoas/empresas que receberam faturas através da sua solução tecnológica. Na lista de clientes estão multinacionais como a Uber, Musa, SGS, Ibersol, Cooltra, Zaask, Merytu, Bird, Showroomprive, Guest Ready, Wyze Mobility, Circ, Idea Hub, BNI, moviinn ou LactAçores.

A Magnifinance desenvolveu um método de reconhecimento ótico de faturas que, com fotografia tirada por smartphone, faz o preenchimento automático de todos os dados necessários para a correta contabilização das despesas, bem como a integração automática com a(s) conta(s) bancária(s) da empresa. Em termos práticos, permite, por exemplo, que um vendedor faça um orçamento diretamente no sistema.

Relacionadas

Magnifinance vai lançar aplicação para empresários controlarem tesouraria pelo telemóvel e em tempo real

“Se sou dono de uma empresa e quero que toda a gente esteja envolvida no processo com a nossa plataforma consigo ter isso”, disse Jorge Rodrigues dos Santos, CEO da fintech portuguesa, ao Jornal Económico. A ‘app’ chega no início do terceiro trimestre.

Da Sword Health à ComparaJá. As 25 maiores scale-ups portuguesas de 2020

O top deste ano arrecadou, em conjunto, um total de 117.818.347 euros em financiamento. O mais recente relatório “Scaleup Portugal”, elaborado pela BGI e EIT Digital, aponta uma “lacuna entre as corporate e o ecossistema de startups”.
Recomendadas

Autárquicas: Volt diz ser de “mau tom” que PRR seja utilizado para propaganda eleitoral

O líder do Volt Portugal, que participou numa arruada no Porto, considera que a ideia de que os candidatos socialistas possam ser beneficiados na utilização dos fundos do PRR “é inconcebível” e deve fazer Governo e candidatos refletir.

Reatia, a startup de Leiria que juntou algoritmos à venda de casas

“Somos uma startup de Leiria e, por isso, a nossa sede continua a ser, orgulhosamente, nesta cidade”. É desta forma que o empreendedor português Hugo Venâncio, que em 2019 fundou a tecnológica Reatia, começa por explicar ao Jornal Económico (JE) que as raízes da Beira Litoral não se perdem apesar das provas que esta empresa […]

Salário médio dos CEO subiu 1.304% mais do que um trabalhador médio em 40 anos

Só em 2020, os CEOs das 350 maiores empresas dos Estados Unidos ganharam 24,2 milhões de dólares (20,6 milhões de euros), ou 351 vezes o salário do trabalhador médio.
Comentários