Funchal aprova empréstimo de 7,5 milhões de euros com taxa de juro a 2,19%

O contrato foi adjudicado à Caixa Geral de Depósitos (CGD) num concurso ao qual concorreram cinco instituições de crédito.

O Município do Funchal aprovou a contratação de um empréstimo de 7,5 milhões de euros, com uma taxa de juro fixa de 2,19%, a 20 anos, à Caixa Geral de Depósitos (CGD). Esta decisão resulta do concurso lançado pela autarquia há cerca de dois meses ao qual foram convidadas cinco instituições de créditos.

“O empréstimo vai servir para financiar os investimentos do município em habitação social, infraestruturas da rede viária, e de saneamento básico e água potável”, explicou Miguel Gouveia, vice-presidente da Câmara Municipal do Funchal, ao abordar as conclusões da reunião camarária.

O autarca considerou que esta “taxa de juro fantástica” prova que o município tem “recuperado credibilidade” junto das entidades.

“A taxa de juro fantástica está em linha com o que o país paga na suas obrigações do tesouro e da dívida pública. Este é um atestar que o município é de confiança”, reforçou.

A reunião camarária aprovou ainda a alteração de peças processuais da Estação de tratamento de Águas Residuais (ETAR) do Funchal e a adjudicação de trabalhos adicionais na conclusão das obras do Edifício Habitacional dos Viveiros no valor de 31 mil euros.

Recomendadas

Desvalorização da pesca na Madeira chega aos 35%

A pesca do atum está a cair 25,8%, em termos de quantidade, e 35,6% no valor arrecada. A cavala por seu turno tem registado valorizações em termos de quantidade e valor.

Madeira despende cinco milhões de euros no combate ao VIH e Hepatite C

O Governo Regional estabeleceu um contrato-programa com a Associação para o Planeamento da Família (APF) que vai permitir a elaborar de testes rápidos e de diagnóstico de infecção pelo VIH.

PS chama Albuquerque e Pedro Calado à Assembleia para prestar esclarecimento sobre AIMINHO

Em causa está a constituição de Patrícia Dantas, diretora regional da Economia, como arguida no processo que envolve a Associação Empresarial do Minho (AIMINHO), que terá alegadamente criado um esquema fraudulento, envolvendo fundos comunitários, com desvios de pelo menos 10 milhões de euros.
Comentários