PremiumGita Gopinath: Americana de Calcutá acaba de entrar para a história do FMI

É a primeira mulher a ser nomeada economista-chefe do Fundo Monetário Internacional. Deixa Harvardpara dirigir o departamento de pesquisas económicasde uma das mais poderosas instituições internacionaise promete refletir sobre a distribuição da riquezana era da globalização.

Entusiasmada e honrada. É assim que Gita Gopinath, a mais recente economista-chefe do Fundo Monetário Internacional (FMI), descreve o estado de alma após receber a notícia de que seria nomeada para o cargo ocupado pela primeira vez na história daquela organização internacional por uma mulher.

A norte-americana nascida em Calcutá,  no leste da Índia perto da fronteira com o Bangladesh, prepara-se, aos 46 anos, para enfrentar um dos maiores desafios da carreira: chefiar o departamento responsável pelos estudos e projeções económicas de uma das mais poderosas instituições internacionais, na qual o multilateralismo e a globalização já fazem parte do léxico habitual.

“Este é um trabalho muito entusiasmante para mim, dadas as áreas em que trabalho como macroeconomista internacional”, descreveu Gopinath em entrevista à “The Harvard Gazette”.

Conteúdo reservado a assinantes. Para ler a versão completa, aceda aqui ao JE Leitor

Recomendadas

Carlos Costa escapa a exame de idoneidade a ex-gestores da CGD

Supervisor está a avaliar a responsabilidade de ex-gestores da Caixa nas decisões de negócios ruinosos do banco público. Exame exclui o governador do Banco de Portugal, também ele ex-administrador da CGD. Decisão está a gerar polémica.

O “ouro branco” está a mudar o mundo

Bolívia, Chile e Argentina são alguns dos países com as maiores reservas de lítio. Os países e as empresas que controlarem a produção deste elemento serão donos da energia do futuro.

Pescadores em Portugal são cada vez menos

Os baixos salários, as restrições à captura e a concorrência da náutica de recreio estão a fazer baixar o número de pescadores em Portugal, sobretudo no Algarve, região onde, desde 2001, o número caiu para metade.
Comentários