Greve dos técnicos do CCB a partir de amanhã

O Sindicato dos Trabalhadores de Espetáculos, do Audiovisual e dos Músicos anunciou que marcou uma greve, a partir de quinta-feira, dos técnicos do Centro Cultural de Belém, ao trabalho extraordinário.

O Sindicato dos Trabalhadores de Espetáculos, do Audiovisual e dos Músicos (CENA/STE) anunciou que marcou uma greve, a partir de quinta-feira, dos técnicos do Centro Cultural de Belém (CCB), ao trabalho extraordinário.

De acordo com um comunicado divulgado pelo sindicato, a greve dos técnicos da Fundação Centro Cultural de Belém (FCCB), ao trabalho suplementar, será por um período de tempo indeterminado.

Indica ainda, no comunicado que, a partir das 20:00 de quinta-feira, será feita distribuição de informação ao público que se deslocará para assistir ao espetáculo de dança “Venezuela”, da Batsheva Dance Company.

“Depois de vários anos de utilização abusiva da figura do trabalho suplementar, o que fez com que os técnicos tenham já intentado uma ação em tribunal contra a FCCB, decidiram estes trabalhadores avançar para esta forma de luta numa demonstração clara de unidade e de que não é possível continuar a permitir que toda a atividade regular da FCCB se baseie em trabalho suplementar”, justifica o CENA/STE, no comunicado.

A Lusa pediu uma reação do CCB a esta marcação de greve, que, por seu turno, enviou uma resposta do Conselho de Administração da FCCB: “Atento o comunicado tornado público pelo CENA-STE, a FCCB esclarece que o pré-aviso de greve, recebido a 23 de outubro de 2018, se circunscreve ao trabalho suplementar a prestar pelos técnicos de palco, audiovisuais e de manutenção da Coordenação Técnica dos Espetáculos.”

No comunicado, o sindicato defende que “é essencial avançar para um cenário laboral em que o trabalho suplementar sirva para suprir necessidades imprescindíveis e imponderáveis que possam surgir”.

No caso do CCB, consideram que “tendo em conta a programação bastante preenchida e exigente desta casa, é necessário adequar os recursos humanos ao crescente e intenso ritmo de trabalho”.

No comunicado assinado pela direção, o sindicato defende “o respeito pelos tempos de descanso dos trabalhadores, a sua vida pessoal e familiar e ter em conta que boa parte do seu trabalho exige um enorme esforço físico devido a longas jornadas de trabalho, horários extremamente irregulares e períodos de descanso reduzidos, pondo em causa a sua segurança e integridade física”.

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