Grupo Sonae melhora performance no 1º trimestre

Volume de negócios ascendeu aos 1,3 mil milhões de euros e o resultado líquido mais do que duplicou.

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O grupo Sonae atingiu, no 1.º trimestre do ano um volume de negócios consolidado de 1.342 milhões de euros, mais 8,7% que em igual período do ano passado e EBITDA, em termos agregados, de 1,8 mil milhões (mais 6,7%). Considerando as restantes empresas sob influência de controlo, que igualmente apresentaram evolução favorável, o volume de negócios e o EBITDA, em termos agregados, atingiram 1,8 mil milhões (mais 6,7%) e 230 milhões de euros (mais 6%), respetivamente.

O grupo realça em comunicado que, a par destes resultados, concretizou, no início de fevereiro, a constituição da ISRG (Iberian Sports Retail Group) resultante da integração das operações da Sport Zone, da Sprinter e da JD Ibéria, cujo impacto se começará a relevar a partir do próximo trimestre.

O volume de negócios consolidado beneficiou especialmente do bom desempenho da Sonae MC e da Worten.  O EBITDA consolidado da Sonae melhorou no trimestre, devido a um EBITDA subjacente que aumentou 11% em termos homólogos para 57 milhões, e a um maior resultado obtido pelo método de equivalência patrimonial, nomeadamente os originados pela NOS e pela Sonae Sierra.

Face à forte performance operacional, o resultado direto da Sonae ascendeu a 14 milhões de euros, crescendo 15,6% face ao homólogo do ano passado, e o resultado indireto situou-se em 7 milhões.

O resultado líquido atribuível a acionistas mais do que duplicou em comparação com o 1º trimestre do ano passado, de 8 para 20 milhões de euros. Este resultado traduz o crescimento do volume de negócios e da rentabilidade de todos os negócios e da evolução positiva do resultado indireto. O investimento ascendeu a 71 milhões no trimestre, 17 milhões acima do valor do período homólogo.

Em comunicado, o grupo enfatiza que “continua a reforçar a sua solidez financeira, tendo a dívida líquida diminuído 8,2% ou 113 milhões de euros em comparação com o homólogo do ano passado. O rácio da dívida líquida face ao capital investido situou-se em 38,0%, melhorando 2,9 pontos percentuais.

No período em referência, “a Sonae manteve uma estrutura de capital sólida, otimizando os custos de financiamento e mantendo reservas de liquidez e um perfil longo de maturidade da dívida, cuja média permaneceu estável, próxima de quatro anos. A Sonae continuou a cumprir a prática de não possuir necessidades de refinanciamento para os 18 meses seguintes tendo, simultaneamente, melhorado as suas condições gerais de financiamento”.

A Sonae terminou o primeiro trimestre do ano com mais de 45 mil colaboradores, tendo criado mais de dois mil postos de trabalho nos últimos 12 meses, “que traduzem o crescimento das várias áreas de negócios em Portugal e a nível internacional”.  Neste período, a Sonae também reforçou o seu compromisso com a comunidade, tendo apoiado 780 instituições em todo o país, através de bens materiais, competências e recursos financeiros.

 

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