PremiumGSi. Um acrónimo que se adapta espantosamente bem ao Insignia

Procurar saber se há carros bons ou maus não faz sentido. É mais correto procurar saber se são bons ou muito bons. E o Opel Insignia GSi Biturbo de dois litros responde a todas as exigências.

Estamos perante um desportivo familiar, ou melhor, um carro que pode ser familiar quando é preciso e passa a desportivo sempre que o condutor o entender. O veículo testado debita 210 cv de potência com 480 Nm de binário nas 1500 rpm. Um bólide a sério que dá prazer pela experiência única. E se há marcas com raça, este Opel Insignia do grupo PSA é um deles. Com uma caixa automática de oito velocidades, o GSi tem mais um pormenor, permitindo ao condutor escolher uma alternativa, o chamado “competitive mode”, que permite desligar os sensores ao nível da estabilidade e da potência. Uma opção que só deve ser escolhida e experimentada por quem sabe conduzir muito bem. Para os condutores ditos normais, nem pensar em desligar sensores perante uma máquina que vai dos 0 aos 100 km/h em 7,9 segundos e que atinge uma velocidade de ponta de 233 km/h, de acordo com a ficha técnica.

 

Conteúdo reservado a assinantes. Para ler a versão completa, aceda aqui ao JE Leitor

Recomendadas

Francisco Guerreiro: A vida do primeiro eurodeputado do PAN em Bruxelas

Em 2014 candidatou-se às eleições europeias pela primeira vez. Cinco anos depois, torna-se o primeiro eurodeputado eleito pelo PAN. Conheça o percurso de quem quer ver a Europa muito mais atenta ao clima e aos direitos dos animais.

Ken Hughes: “A IA não é o futuro, mas sim o presente silencioso”

Ken Hughes, um dos maiores especialistas mundiais em novas tendências de consumo, veio esta semana ao congresso da Associação Portuguesa de Centros Comerciais. Em entrevista exclusiva ao Jornal Económico, levanta o véu sobre um futuro tão aterrorizador quanto fascinante, com a inteligência artificial a mandar nas compras de casa. O amanhã já cá anda, meio escondido.

Edmund Phelps: “Durmo melhor à noite por saber que é a Fed a decidir a taxa de juro”

Nobel da Economia de 2006 elogia o banco centralnorte-americano por não ceder a pressões do poder políticoe diz que nunca assistiu a tanta incerteza na Europa como atualmente.
Comentários