Herberto Jesus diz que não é ético e moral culpar Iasaude pelos atrasos dos reembolsos da ADSE

Actualmente a situação está normalizada, garantiu o presidente do Iasaude, e que desde agosto que a ADSE “têm todos os documentos” para ressarcir a Madeira.

6. Negociar com os seguros de saúde e segurança no trabalho. As empresas devem zelar, de forma continuada e permanente, pelo exercício da atividade em condições de segurança e de saúde para o trabalhador tendo em conta os princípios gerais de prevenção que estão descritas na lei do trabalho. Se a sua empresa tiver um registo zero de acidentes de trabalho num determinado período de tempo, tem uma forte possibilidade de negociar com a companhia de seguros para reduzir o prémio anual de seguro de acidentes de trabalho.

O presidente do Instituto da Administração da Saúde da Madeira (Iasaude), Herberto Jesus, afirmou que não é ético e moral culpar a instituição pelos atrasos dos reembolsos da ADSE.

“A Madeira deparou-se com situação anormal. Nos cinco primeiros meses de 2018 não saiu legislação. Nesse espaço de tempo não tínhamos meio de efectuar processamento normal reembolso”, explicou Herberto Jesus.

Nesse período de cinco meses o Iasaude “começou a processar os pagamentos” mais simples, disse Herberto Jesus, e que a Madeira ao contrário dos Açores “não tinha” a plataforma informática para os reembolsos da ADSE

“A partir de janeiro de 2018 (altura em que existiu mudanças relativamente à ADSE) solicitamos o acesso da Madeira à plataforma. A Adse não nos deu acesso . O acesso foi-nos dado no dia seguir à publicação do decreto (em maio)”, afirmou.

Em janeiro de 2018, assegurou Herberto Jesus, foi passada a responsabilidade de digitalização dos documentos ao Iasaude, e que a ADSE iria financiar a vinda de funcionários para a Madeira para ajudar nesta função.

“A responsabilidade inteira dos atrasos é da ADSE”, denunciou.

“Só a partir de junho/julho é que o Iasaude começamos a processar”, reforçou o presidente do Iasaude.

Actualmente defende Herberto Jesus as coisas estão normalizadas e os processos também. O presidente do Iasaude diz que a Madeira teve que adiantar mais de 100 mil euros.

“Desde agosto que a ADSE têm todos os documentos para ressarcir a Madeira dessa dívida”.

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