Hospital CUF Cascais ensina a salvar vidas na baía de Cascais

A ação é organizada pelo Hospital CUF Cascais, que assim assinala 10 anos de presença no concelho, contando com o apoio da Câmara Municipal de Cascais.

Este sábado de manhã vai haver uma “mega” aula de Suporte Básico de Vida (SBV) na Baía de Cascais. Esta “mega” aula de Suporte Básico de Vida é promovida pelo Hospital CUF Cascais a propósito da comemoração dos seus 10 anos.

Com o apoio da Câmara Municipal de Cascais, esta ação de mass training realiza-se no próximo dia 15 de setembro, sábado, entre as 10h00 e as 13h00 na Praça 5 de Outubro, na Baía de Cascais.
Coordenada pelos profissionais de saúde da Academia CUF – entidade responsável pela formação, ensino e investigação de todas as unidades de saúde CUF – e com o apoio da Câmara Municipal de Cascais, a iniciativa destina-se à comunidade de Cascais e é totalmente gratuita.

Desde a chamada do 112, às informações a transmitir aos profissionais do INEM, passando pelas manobras mais eficazes de reanimação que serão testadas em manequins preparados para o efeito, a ação consiste no ensino da prática de Suporte Básico de Vida (SBV) e pretende dotar os participantes com conhecimento que lhes permite agir adequadamente em caso de emergência. Uma aprendizagem que pode significar, em muitos casos, o salvamento de uma vida.

“Este Mass Training em Suporte Básico de Vida (SBV), é uma ação dirigida à comunidade com o objetivo de ensinar os participantes a agir em caso de paragem cardiorrespiratória (PCR). A maioria das pessoas sofre uma paragem cardíaca em casa, no trabalho ou num local público – e pode morrer porque não recebe reanimação cardiopulmonar (RCP) imediata por quem presencia a paragem”, diz o Hospital do Grupo José de Mello em comunicado.

“Cada minuto sem realizar RCP diminui em 10% a probabilidade de sobrevivência da vítima”, diz a nota.

“Em Portugal a taxa de sobrevivência da morte súbita cardíaca é de menos de 3% e afeta 10.000 pessoas por ano no nosso país (1 vítima por hora)? A população portuguesa não sabe fazer suporte básico de vida (o socorro iniciado antes da chegada do 112 existe em apenas 25% dos casos)”, diz o comunicado.

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