PremiumImobiliário ao Domicílio prevê passar os oito milhões de euros já este ano

Conceito chegou a Portugal a meio de 2015 vindo de França e passa por dar mais autonomia a cada consultor. Investidores estrangeiros dominam o setor, mas os portugueses já estão de volta ao ativo.

Fundado em 2008 em França, por três agentes ligados ao ramo imóvel, o Imobiliário ao Domicílio (IAD) chegou a Portugal há quase três anos. Uma rede de consultores independentes que trabalham a partir das próprias casas, num modelo que junta o mercado imobiliário à internet e marketing em rede.

Com uma rede espalhada por quatro países (França, Espanha, Itália e Portugal), Alfredo Valente é o responsável pelo grupo no nosso país, cujo único espaço físico se encontra na cidade do Porto, e que numa fase inicial contou com o apoio de quatro acionistas ligados ao setor em França. Ao Jornal Económico, Alfredo Valente fala da “renovação” que este conceito vem trazer ao setor imobiliário, do papel dos consultores e das perspetivas financeiras que espera atingir no próximo ano.

Para Alfredo Valente, o conceito do IAD nasce “na perspetiva de uma antevisão que eles [três fundadores franceses] tinham na altura, de que o mercado imobiliário precisava de uma renovação, porque tinha um modelo um pouco esgotado, à semelhança do que veio a acontecer depois com o negócio das agências de viagens, que acabou por se desmaterializar”, afirma.

 

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