Inflação da zona euro sobe para 1,9% em maio

A taxa de inflação anual da União Europeia também aumentou, para 2%, no mês passado, segundo os dados divulgados pelo Eurostat esta sexta-feira. A impulsionar esta subida estiveram: serviços, energia, alimentos, álcool e tabaco. Relativamente a abril, a inflação homóloga de maio diminuiu num Estado-Membro, manteve-se estável noutro e aumentou em 26, assinala ainda o Eurostat. Portugal é um dos casos em que houve um aumento: de 0,3% (abril) para 1,4% (maio).

A taxa de inflação anual da zona euro aumentou para 1,9% em maio, depois de se ter fixado nos 1,3% no mês anterior e nos 1,4% no período homólogo de 2017, revelam os dados divulgados pelo Eurostat esta sexta-feira. Quanto à inflação anual da União Europeia, também registou um aumento no mês passado, para 2%, após ter sido de 1,5% em abril. De acordo com o organismo de estatística do bloco europeu, o valor em causa representa igualmente uma subida – ainda que menos significativa – face a maio de 2017 (1,6%).

Em termos comparativos entre países, as taxas anuais mais baixas foram registadas na Irlanda (0,7%) e na Grécia (0,8%), enquanto as mais altas, nesse mesmo mês, foram as da Roménia (4,6%) e da Estónia (3,1%). Relativamente a abril, a inflação homóloga de maio diminuiu num Estado-Membro, manteve-se estável noutro e aumentou em vinte e seis, assinala ainda o Eurostat. Portugal é um dos casos em que houve um aumento: de 0,3% (abril) para 1,4% (maio).

“Em maio de 2018, o maior contributo para a taxa de inflação anual da zona euro foi o dos serviços (+0,72 pontos percentuais), seguido da energia (+0,58 pontos percentuais), alimentos, álcool e tabaco (+0,50 pontos percentuais) e bens industriais não energéticos ( +0,08 pontos percentuais)”, refere o relatório apresentado esta manhã pela mesma entidade.

Notícia atualizada às 10h14

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