Instituições de solidariedade e misericórdias têm “absoluto respeito e consideração” por Vieira da Silva

As entidades enviaram uma carta ao ministro na qual mostram que é “um homem que está acima de qualquer suspeita”.

Cristina Bernardo

As instituições de solidariedade e misericórdias têm “absoluto respeito, apoio e consideração” pelo ministro do Trabalho, da Solidariedade e da Segurança Social, explicou ao “Diário de Notícias” o presidente da Confederação Nacional das Instituições de Solidariedade (CNIS).

O padre Lino Maia considera José António Vieira da Silva “um exímio intérprete daquilo que devem ser tanto as funções de um Estado que se pretende social como do que devem ser as responsabilidades das organizações chamadas a ser parceiras na construção de um servir melhor para todo”.

As entidades enviaram uma carta ao ministro na qual mostram que é “um homem que está acima de qualquer suspeita”.

Segundo a reportagem da TVI sobre a gestão da Raríssimas, o ministro, enquanto vice-presidente da assembleia geral da associação, participou nas reuniões de aprovação de contas da IPSS, e chegou a dar o aval à criação de uma fundação paralela à Raríssimas, em 2014, com um montante inicial.

José António Vieira da Silva teria ainda conhecimento de que Paula Brito e Costa apresentava a Raríssimas como fundação. De acordo com a investigação do canal de Carnaxide, o governante terá apadrinhado uma parceria entre a Raríssimas e uma congénere sueca, a Agenska,  que visitou, juntamente Paula Brito e Costa, numa viagem a Gotemburgo.

Respostas Rápidas: O que liga Vieira da Silva ao caso Raríssimas

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O semanário “Expresso” consultou a ata de uma reunião extraordinária da direção da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, que aconteceu a 31 de março, onde se mostra que o ministro foi fundamental para o avanço do negócio, o qual via com “interesse e empenho”, de acordo com fontes do processo.
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