Investimento com retorno: a aposta no potencial das pessoas

Nunca como na era digital o potencial humano foi tão valorizado. Ainda assim, o reconhecimento da tecnologia como uma mais-valia para as organizações pode conduzir a uma próspera parceria onde todos ficam a ganhar… a começar pela própria empresa.

A valorização do capital humano deve ser uma realidade ainda antes da chegada das pessoas ao mercado de trabalho. As crianças e jovens devem ser formados, na escolaridade obrigatória e em academia, para os chavões que definem o futuro do emprego: soft skills e potencialidades do digital. Espera-se do trabalhador uma atitude diferente do que outrora se esperava. Para além do currículo que constrói, os cursos que tira, os eventos que frequenta ou os idiomas que domina… Será que percebe o que são as soft skills e está em constante re-skilling no que às competências do digital diz respeito?

Saiba que as softs skills são as competências relacionadas com o comportamento humano. Felizmente não são algo imutável nem estanque, podendo sempre ser aperfeiçoadas. “No Grupo Multipessoal procuramos garantir que as características comportamentais dos nossos colaboradores estão alinhadas com os objectivos da empresa, potenciando melhores desempenhos” afirma Margarida Pinto Brás, Chief Financial Officer do Grupo Multipessoal.

Só nesta base é possível a correta integração e adaptação do mercado empregador ao candidato e vice-versa, assim como a sua capacidade de reconhecimento de meritocracia.

A promoção de uma cultura de meritocracia nas empresas é cada vez mais comum. O reconhecimento do talento dos profissionais sobrepõe-se a outros fatores como a idade ou a experiência profissional e as empresas e startups não têm receio de dar autonomia e poder de decisão a quem de facto apresenta qualidade, rigor e dedicação nos desafios que lhes são entregues. A CFO do Grupo afirma que “na Multipessoal pautamos pela disponibilização de oportunidades para os mais variados perfis, tentando sempre alcançar um fit ideal entre candidato e organização”. Acreditando que deste modo garantem empenho e o “vestir da camisola”, hoje, fundamental.

A motivação gera resultados positivos e os profissionais procuram superar desafios e elevam o compromisso das equipas.

As habilidades comportamentais são capazes de transformar uma pessoa num profissional mais focado, assertivo e motivado. Para além da inteligência emocional, há outras características comportamentais que podem fazer a diferença, quando se pretende dar cartas numa empresa. São elas: comunicação, liderança, flexibilidade e resiliência, trabalho em equipa, criatividade, proatividade, empatia, ética no trabalho, pensamento criativo e atitude positiva. É fundamental que a sua capacidade para o autoconhecimento esteja devidamente apurada. Saber ouvir os outros é um passo importante para que isto seja possível, estar atento às suas próprias características, também.

Quando estas características são consideradas em paralelo com um crescente interesse em desenvolver capacidades técnicas temos o crescimento de um profissional adaptado à realidade, e às necessidades do atual mercado de trabalho. Nas competências técnicas não podemos desprimorar o digital e as suas possibilidades.

O investimento em felicidade para gerar satisfação nos colaboradores e clientes

Os cargos assumidos nas empresas e a forma como se olha para a profissão têm vindo a sofrer alterações. O próprio líder hoje também é diferente, mais humano, mais receptivo e mais integrado na equipa. A motivação e inspiração que um líder causa na sua equipa faz, com frequência, a diferença numa organização. No Grupo Multipessoal, “é nosso objetivo que cada líder conheça bem a equipa com que trabalha, seja capaz de estimular o seu conhecimento e colocar as pessoas antes do lucro, compreendendo a complexidade de cada um”.

Daniel Pink, um interessante pensador a escrever sobre interacção entre o mundo do trabalho, psicologia e sociologia, afirma que: “o futuro e o sucesso pessoal e profissional pertencem a um novo perfil de pessoas.” Este novo perfil traz contextos nunca antes vistos que  transformam a meritocracia numa realidade cada vez mais presente num caminho onde o digital a completa, assumindo as funções que retiram às pessoas a disponibilidade para agirem com aquilo que mais as distingue das máquinas:  a capacidade para pensar, cocriar e agir em função da inovação. Razão mais do que suficiente para nos pormos à prova e superarmos as dificuldades do presente e que podem ser mais-valias no futuro. É o investimento nestes campos que trará o retorno desejado para que qualquer profissional se adapte e acompanhe o mercado de trabalho em que estará inserido no futuro. E o futuro, como é sabido, começa hoje.

 

 

Este artigo foi produzido em colaboração com a Multipessoal.

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