Iraque alia-se aos Emirados Árabes Unidos e Qatar na exigência de cortes na produção de petróleo

Os cortes de produção implementados pela OPEP e outros produtores associados têm contribuído para estabilizar o mercado do petróleo, pelo que o Iraque considera que se deve prosseguir com essa estratégia. Preço do crude tem vindo a aumentar e, esta semana, chegou a superar os 70 dólares por barril.

O Iraque juntou-se aos Emirados Árabes Unidos e Qatar na exigência perante a Organização dos Países Exportadores de Petróleo para que sejam aplicados cortes na produção de petróleo até ao final do ano, apesar dos recentes aumentos do preço do barril de petróleo.

Os cortes de produção implementados pela OPEP e outros produtores associados têm contribuído para estabilizar o mercado do petróleo, salienta a Bloomberg, pelo que o Iraque considera que se deve prosseguir com essa estratégia.

O ministro do Petróleo iraquiano, Jabbar al-Luaibi, anunciou hoje essa posição numa conferência em Abu Dhabi. Em Novembro de 2017, a OPEP estabeleceu um acordo com outros produtores para controlarem o nível de produção até ao final de 2018, o que contribuiu para aumentar o preço do crude que, esta semana, chegou a superar os 70 dólares por barril.

Recomendadas

Preços da eletricidade e gás em Espanha e Portugal são dos mais caros da União Europeia

No segundo semestre de 2017, a Espanha foi o sexto país da União Europeia com eletricidade mais cara (Portugal foi o quinto), segundo dados compilados pelo Eurostat. No topo desta tabela destacam-se a Alemanha, a Dinamarca e a Bélgica.

Turismo do Algarve opõe-se a taxa turística aprovada por municípios

O presidente da Região de Turismo do Algarve (RTA), João Fernandes, contestou hoje a aplicação de uma taxa turística na região, cuja introdução foi decidida pela Comunidade Intermunicipal do Algarve (AMAL) e anunciada ontem.

União Europeia aumenta pressão sobre a Suíça para concluir um novo acordo

“As negociações não podem tornar-se uma história sem fim”, referiu o comissário europeu Johannes Hahn, que ameaça interromper o comércio transfronteiriço de ações até ao final do ano, se não houver acordo.
Comentários