Israel prepara a convocação de 50 mil reservistas para serem incorporados no exército regular, o que indica que a planeada ofensiva para tomar a Cidade de Gaza está a aproximar-se. Aparentemente, os reservistas servirão como força de apoio, uma vez que a maioria do contingente que operará no maior centro urbano da Faixa de Gaza serão soldados no ativo, disse uma autoridade militar israelita esta quarta-feira, citado pelas agências internacionais.
Os avisos de convocação devem ser enviados nos próximos dias, com os reservistas a terem de se apresentar ao serviço em setembro, disse a mesma fonte. “A maioria das tropas que serão mobilizadas nesta nova etapa serão ativos e não reservistas”, disse ainda o responsável, que falou sob anonimato. Os reservistas que são convocados podem estar na Força Aérea, na inteligência ou em funções de apoio, ou substituir soldados no ativo estacionados fora de Gaza.
Fica assim claro que os esforços para um cessar-fogo, que o Hamas já aceitou – e que foi proposto pela dupla Qatar-Egipto, não estão a ser contemplados como opção pelo governo de Benjamin Netanyahu – confirmando assim indicações de que o primeiro-ministro, aconselhado pela ala mais extremista do governo não estaria disponível para aceitar a proposta.
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