Já foram doados mais 34 milhões de euros para a luta contra a Covid-19

O “Observatório de Doações da Covid-19” destaca as fundações como os principais doadores. A Fundação Gulbenkian lidera a lista dos ao disponibilizar um fundo de cinco milhões.

O “Observatório de Doações Covid-19”, da autoria dos Aliados Consulting e da FES Agency, estima terem sido feitas doações na ordem dos 34 milhões de euros para a luta contra do surto do novo coronavírus em Portugal.

De acordo com o comunicado, enviado esta sexta-feira às redações, no que diz respeito ao destino das doações, é possível conferir que mais de 33% destas teve como propósito a compra de ventiladores, o que equivale a mais de 11 milhões de euros. Na listagem de doadores corporativos e fundações, destacam-se os 5 milhões de euros disponibilizados pela Fundação Calouste Gulbenkian através de um fundo de emergência para a COVID-19.

Na nota, a diretora executiva da Aliados Consulting, explica que “o Observatório de Doações tem como principal objetivo inspirar e continuar a promover esta solidariedade global a que se tem assistido nos últimos tempos. A luta contra este novo vírus faz-se com o apoio de todos e, enquanto recolhíamos informação para lançar esta plataforma, foi interessante verificar que a ajuda tem tomado diversas formas, e vindo de todos os setores”.

De acordo com os Aliados Consulting e a FES Agency, as fundações são os principais doadores, tendo em conta que já disponibilizaram quase 6 milhões de euros.

 

Recomendadas

“Impraticável”: Plano alemão para impor restrições a quem não está vacinado alvo de críticas

Para os críticos, a proposta poderá prejudicar a campanha de saúde pública para conter a disseminação do vírus e fazer com que as pessoas rejeitem ainda mais a vacinação. Jens Spahn defende uma abordagem chamada “3G”, em que apenas aqueles que são vacinados, testados ou recuperados do doença podem jantar num restaurante, ir a um ginásio ou cabeleireiro.

Moderna admite que será necessária uma terceira dose da vacina ainda este ano

A farmacêutica, cuja vacina contra a covid-19 é administrada em duas doses intervaladas, tem em estudo uma terceira dose de reforço, que foi dada, na quantidade de 50 microgramas, a um grupo de pessoas seis meses depois de terem recebido a segunda dose.

Farmacêutica Moderna passa de prejuízos a lucros superiores a 2 mil milhões de dólares

As encomendas da vacina contra a Covid-19 impulsionaram as receitas semestrais para a farmacêutica. Depois dos prejuízos em 2020, a Moderna regista agora lucros superiores a dois mil milhões de dólares.
Comentários