Joalharia portuguesa leva 15 marcas à feira de Munique

A edição de 2018 da Inhorgenta decorre entre 16 e 19 de fevereiro e conta com uma representativa participação portuguesa, com 15 marcas nacionais em exposição.

No total serão 15 marcas nacionais em exposição na maior feira de joalharia da Alemanha, a Inhorgenta Munique, de 16 a 19 de fevereiro.

A Inhorgenta Munique é uma das maiores e mais internacionais feiras de joalharia da Europa. Em 2017, reuniu 987 expositores de 40 países e registou a visita de mais de 27.500 profissionais provenientes de 70 países. Em 2018, a feira prevê ultrapassar a fasquia dos 1.000 expositores e um aumento do número de visitantes.

Rota da Filigrana, Ana Bragança, Ana João Jewelry, Astorga Jewels, Barbara Goyri, Mater Jewellery Tales, Liliana Guerreiro, Inês Telles, Sara Sousa Pinto, Nevacril, Gofrey, Diogo Dalloz, Galeiras, Cecília Ribeiro e Inês Rio, são as marcas que vão estar expostas na feira de Munique.

“De destacar a forte presença de marcas de autor, assinadas por jovens talentos da joalharia portuguesa e ainda as demonstrações ao vivo de filigrana portuguesa, em parceria com a Rota da Filigrana de Gondomar”, diz o comunicado.

Munique é assim o próximo destino na trajetória de internacionalização da joalharia portuguesa. Depois do sucesso em Tóquio, a AORP – Associação de Ourivesaria e Relojoaria de Portugal volta a aliar-se à Rota da Filigrana de Gondomar para promover demonstrações ao vivo em permanência no evento.

Sendo um importante palco de inovação e tendências, a feira alemã é a aposta de marcas vocacionadas para o design e joalharia de autor. No espaço “Portuguese Jewellery – Shaped with Love”, promovido pela AORP, estarão presentes seis jovens talentos da joalharia contemporânea portuguesa.

Segundo Fátima Santos, Secretária-Geral da AORP “sendo um mercado com tradição em joalharia e onde estão baseadas algumas das maiores e mais importantes marcas da Europa, é muito aberto à entrada de novas marcas. No último ano, as importações de jóias registaram um aumento de 13% e a tendência é que venha a aumentar. É por isso um mercado estratégico no nosso mapa de internacionalização e onde consideramos haver muito potencial para as marcas portuguesas, que são valorizadas pela manufatura e design.”