Maioria dos portugueses opta por comprar material escolar em supermercados

Os grandes centros de retalho são a escolha principal dos pais para abastecer as mochilas no arranque do novo ano letivo. Em média, os os portugueses vão gastar cerca de 363 euros nas compras dos materiais escolares.

No ano letivo 2019-2020, o programa de gratuitidade e reutilização de manuais escolares será alargado ao 3.º ciclo e ao secundário. Desta forma, no próximo ano letivo, todos os alunos da escolaridade obrigatória beneficiarão de manuais escolares gratuitos.

Porém, as despesas com os materiais escolares ainda são um peso na carteira dos pais. De acordo com um estudo conduzido pelo Observador Cetelem, neste novo ano letivo os portugueses vão gastar cerca de 363 euros. Mas qual é o local de preferência para realizar estas compras?

Segundo um inquérito conduzido pela empresa de recolha de dados, os principais locais de compra de material escolar escolhidos pelos encarregados de educação são os híper e supermercados. Em termos concretos, 85% dos portugueses vai optar por fazer as compras num espaço a retalho, enquanto que 54% vai escolher as papelarias e 46% as lojas especializadas.

A grande maioria dos inquiridos (64%) que tem a seu cargo alunos que frequentam o ensino privado preferem comprar material escolar em livrarias/lojas especializadas, sendo também a preferência de 51% dos que têm alunos no 2º ciclo e 52% no 3º ciclo, independentemente do tipo de ensino. Por sua vez, 54% dos pais com estudantes a seu cargo que frequentam o ensino público adquirem material escolar em papelarias tradicionais.

As mochilas, cadernos e canetas compõe a lista de compras de 98% dos inquiridos, seguida de equipamento para realização de educação física que representa 89%. A fechar o top surgem os artigos de vestuário/calçado (88%) e material de apoio didático extra (65%).

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