Marcelo Rebelo de Sousa salienta atualidade da luta pela liberdade face a setores não democráticos

O Presidente da República destacou hoje a atualidade da luta pela liberdade face a fenómenos internacionais e setores nacionais emergentes antidemocráticos, numa breve declaração à RTP, a propósito do bicentenário da Revolução Liberal do Porto.

“É sempre atual a luta pela liberdade. É sempre atual, no presente e no futuro, mas é mais atual hoje, quando regressam ideias antiliberais, quando surgem as chamadas democracias iliberais ou antiliberais, ou seja, não democráticas”, disse.

Segundo Marcelo Rebelo de Sousa, “há correntes de opinião e setores de pensamento que pensam que a liberdade é pouca coisa”.

O chefe de Estado sublinhou que “a liberdade em Portugal, para muitos portugueses, só esteve presente no momento em que nasceu a democracia, isto é, há 40 anos”.

A Revolução Liberal do Porto, inspirada pelos ideias da Revolução Francesa, começou em 24 de agosto de 1820, na Cidade Invicta, resultando no regresso (1821) da Corte portuguesa do Brasil, para onde se deslocara durante a Guerra Peninsular, e acabou com o absolutismo em Portugal, graças à ratificação do primeiro Texto Fundamental (1822).

 

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