Martins da Cruz: “Tenho pena do que estão a fazer ao PSD”

“Tenho pena do que estão” a fazer ao PSD e “não tenho paciência para pacóvios”, declarou o diplomata esta sexta-feira ao DN. Embaixador e ex-ministro sai do PSD em protesto contra a direção de Rui Rio.

O embaixador António Martins da Cruz enviou ao PSD uma carta em que deixa de ser filiado no partido liderado por Rui Rio. O Diário de Notícias online cita a carta que foi escrita com uma linguagem hostil a Rui Rio.

Tenho pena do que estão” a fazer ao PSD e “não tenho paciência para pacóvios”, declarou o diplomata, citado pelo DN

“Não me revejo no que andam a dizer ou a fazer”, diz  o antigo ministro dos Negócios Estrangeiros, que apoiou Pedro Santana Lopes na campanha para as eleições diretas de janeiro deste ano no PSD.

Questionado pelo jornal sobre se vai aderir ao partido que está a ser criado por Santana Lopes, de quem é amigo desde 1981, Martins da Cruz foi taxativo: “Não tomei nenhuma decisão e não tem nada a ver uma coisa com a outra.”

“Não tenho segundas intenções”, disse.

Recomendadas

Remodelação do Governo: O mito do rejuvenescimento e a estratégia de gestão dos potenciais sucessores no PS

A média de idades dos ministros e secretários de Estado aumenta com a sétima remodelação, apesar da ideia de promoção de uma nova geração de quadros do PS. O primeiro-ministro António Costa reforça o círculo mais restrito de confiança política e, simultaneamente, gere o processo de sucessão na liderança do partido. Aproximando e envolvendo rivais.

Primeiro-ministro classifica remodelação como “separação de águas necessária”

O primeiro-ministro, António Costa, afirmou que a remodelação governamental, hoje anunciada, é uma “separação de águas necessária” para evitar uma “confusão de papéis”, tendo em conta que alguns agora ex-ministros serão candidatos nas eleições europeias.

Califórnia prepara-se para processar Trump sobre muro na fronteira com o México

O presidente dos Estados Unidos declarou estado de emergência nacional na fronteira sul do país o que vai permitir recorrer a fundos federais para construir o muro na fronteira com o México.
Comentários