Modernização da rede de águas de São Roque vai custar mais de 600 mil euros

A intervenção inclui a substituição de rede de fibrocimento por ferro fundido, a instalação de válvulas redutoras de pressão, e de novos hidrantes para a rede de combate a incêndios. Esta obra deve estar terminada em setembro.

A modernização da rede de águas de São Roque deve custar mais de 600 mil euros e tem previsão de término em setembro. A intervenção inclui a substituição de redes de fibrocimento por tubagens em ferro fundido.

O objetivo desta modernização da rede de águas passa por substituir “condutas com mais de 50 anos, que representam um grande foco de roturas”, por um sistema eficaz de distribuição que visa “diminuir de forma significativa” as perdas de água tratada no Funchal, explicou Miguel Gouveia, vice-presidente da Câmara Municipal do Funchal.

Os 600 mil euros incluem uma extensão de cerca de três quilómetros. A primeira parte da intervenção abrange o Caminho de São Roque, entre o Encontro e a Rampa do Muro da Coelha, estendendo-se até o Caminho da Igreja Velha, Caminho do Salão e Rua Lopes Andrade e em seguida nos Caminhos da Penteada e da Azinhaga.

Miguel Gouveia disse ainda que a substituição das redes de abastecimento de água potável em fibrocimento que ainda existem no Funchal  é um “investimento determinante” para a cidade, que está a ser feita de forma faseada.

Nesse plano estão incluídas seis as intervenções de remoção destas condutas na zona ocidental do concelho, numa extensão total de 10,5 km, que serão substituídas por novas redes de distribuição com tubagens em ferro fundido.

Está ainda previsto a instalação de válvulas redutoras de pressão e de novos hidratantes para a rede de combate a incêndios.

 

Ler mais
Recomendadas

Binter lança campanha para voos entre Madeira, Canárias e Tenerife

A campanha é válida até este sábado para voos realizados em março.

Orquestra Clássica da Madeira em concerto que comemora os seus 55 anos

O concerto vai ter lugar no Centro de Congressos da Madeira, com início às 18h.

PSD diz que a Madeira “pode orgulhar-se” de ser a primeira no País a avançar com estatuto do cuidador informal

João Paulo Marques diz que a proposta “prova” que o Governo Regional tem a intervenção e o apoio social como áreas prioritárias de governação, “não só apoiando quem mais precisa, mas, com o estatuto do cuidador informal, cuidando de quem cuida e dando condições para que os familiares possam cuidar dos seus doentes em casa, que é onde deles precisam e onde merecem estar”.
Comentários