MPT contra Polícia Municipal do Funchal que “cria emprego a amigos e afilhados”

O partido alerta que o município vai ter mais uma polícia com tarefas de fiscalização quando a autarquia já tem um departamento para realizar esta função.

O MPT diz que não vai aprovar uma Polícia Municipal do Funchal que “servirá para criar emprego a amigos e afilhados”, tal como acontece com a Frente mar que “apesar dos resultados negativos mantém-se aberta para assegurar” tachos.

“Não podemos aceitar que uma cidade com a dimensão do Funchal, tenha mais uma força policial, quando já existe GNR, PSP, Polícia Judiciária e Guardas Noturnos, esta nova polícia, servirá apenas para perseguir e castigar os funchalenses, através de fiscalizações apertadas, a chamada caça à multa será abismal, de modo a angariar dinheiro para encher os cofres da Autarquia”, explicou o Partido da Terra.

O MPT diz que espera com expectativa os resultados do estudo levado a cabo pela Câmara Municipal que “vai custar uma fortuna” para o município ter mais uma polícia com tarefas de fiscalização quando “já existe um departamento” na autarquia para esse efeito.

“Infelizmente quem vai ter de pagar estes devaneios deste executivo, serão os comerciantes e os automobilistas do Funchal que serão alvos de multas e coimas a torto e a direito”, alerta o MPT, que acrescenta que “mais uma vez se verifica que é fácil bater nos mais fracos”.

Recomendadas

Comissão de inquérito às listas de espera arranca com audição ao Iasaúde

A comissão de inquérito arranca com as audições na segunda-feira. Já estão confirmadas as de Pedro Ramos, secretário regional da Saúde, a António Correia de Campos, antigo ministro da Saúde, à direcção clínica e conselho de administração do SESARAM, e ao presidente da Ordem dos Médicos da Madeira.

Deco aconselha a recusar o couvert se não pediu e não quer

A lei que regula as atividades económicas do comércio, serviços ou restauração está estabelece que “nenhum prato, produto alimentar ou bebida, incluindo o couvert, pode ser cobrado se não for solicitado pelo cliente”. Informa ainda que, uma vez colocadas as entradas solicitadas pelo consumidor na mesa, não podem ser trocadas ou devolvidas.

Madeira gasta 2,4 milhões para assegurar meio aéreo de combate a fogos

A Região Autónoma vai gastar 2,4 milhões de euros para assegurar, até 2022, o meio aéreo de combate a incêndios, no âmbito de um protocolado com a Força Aérea Portuguesa.
Comentários