“Não somos todos iguais”. Assunção Cristas aborda polémica no grupo parlamentar do PSD

Há uma política de seriedade dentro do grupo parlamentar do CDS há muito tempo, que é relembrada a todos os deputados”, afirmou a líder do CDS-PP.

Cristina Bernardo

A presidente do CDS-PP considerou hoje que um deputado registar outro “constitui uma ilegalidade gravíssima” e que “cada um tem de retirar as suas consequências”, defendendo que no seu partido vigora “uma política de seriedade”.

“Nós não somos todos iguais. Eu falo pelo CDS e no CDS não temos esses casos e cuidamos para que eles não existam. Há uma política de seriedade dentro do grupo parlamentar do CDS há muito tempo, que é relembrada a todos os deputados”, afirmou Assunção Cristas, no final de uma audiência com o Presidente da República, no Palácio de Belém, em Lisboa.

Um dia depois de ter sido noticiado que a deputada do PSD Mercês Borges votou pelo seu colega de partido Feliciano Barreiras Duarte no Orçamento do Estado para 2019, na generalidade, a presidente do CDS-PP considerou que “esse tipo de atitudes, além do mais, constitui uma ilegalidade gravíssima e, portanto, cada um tem de retirar as suas consequências”.

“Eu falo pelo CDS e aqui estamos bem conscientes de que ninguém tem esse tipo de atitudes e, portanto, eu também recuso quando se procura englobar toda a gente no mesmo tipo de atitudes e de abordagens que, de facto, não é o caso”, acrescentou.

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