PremiumNearsoft prepara solução de banca digital para países africanos e asiáticos

Projeto deve arrancar em janeiro. As soluções digitais dirigem-se a países onde o nível de bancarização é rudimentar e permitem que uma instituição financeira tenha acesso aos produtos necessários para iniciar a funcionar.

A Nearsoft surgiu em maio de 2017, tem como sócios Pedro Camacho e Roberto Freitas, num projeto que pretende implementar uma cultura diferente, onde os recursos humanos sejam valorizados, e o cliente esteja envolvido nos produtos que necessite.

Neste espaço de tempo, a empresa já faturou à volta de um milhão de euros, sendo que mais de 90% do revenue vem do estrangeiro. Para 2019, o objetivo passa por escalar a operação em termos globais e crescer para o triplo.

“Tivemos um bom primeiro ano, muito acima das expetativas. Temos 14 pessoas e somos lucrativos. 2018 foi um ano de estabilização, de investimento em criação de produtos, e na fidelização de clientes, da organização da equipa”, adianta Pedro Camacho.

Conteúdo reservado a assinantes. Para ler a versão completa, aceda aqui ao JE Leitor

Recomendadas

PremiumRui Barros: “Estamos a assistir a uma nova tendência: hiperpersonalização”

O responsável da Accenture Technology explica como as novas tecnologias estão a alterar a forma como vivemos e quais as grandes tendências a nível mundial.

PremiumJorge Pavão de Sousa, Eleven Sports: “Todas as operadoras estão em pé de igualdade”

Em entrevista ao JE, o diretor-geral da Eleven Sports Portugal revelou que as decisões iniciais da distribuidora não terão sido as mais acertadas na abordagem ao mercado nacional. Mas desde dia 12 de fevereiro “todas estão em pé de igualdade”. As negociações com as operadoras levaram meses, sendo mesmo necessária a intervenção direta do proprietário da empresa, Andrea Radrizzani.

Premium“A caminho dos 40 é que vou tirar um curso novo?”, diz professora desempregada

Uma professora, após oito anos a contratos, fica sem colocação. Um artista nada recebe pelas exposições que realiza e um estivador nunca sabe se amanhã há o que fazer. Três casos entre 8,9% dos madeirenses.
Comentários