“Num mundo onde o remoto é a norma”, onde fica a segurança das organizações?

A descentralização do espaço de trabalho e a mobilidade acarretam riscos para a produtividade e segurança das organizações num contexto remoto. Entenda quais as soluções à sua disposição.

 

Com a crescente adoção dos modelos de trabalho híbridos por parte das empresas, o conceito de mobilidade passou de exceção a regra, e o mérito não é apenas da pandemia. É certo que o contexto de crise de saúde pública forçou a grande maioria dos trabalhadores para um cenário de trabalho remoto, mas mesmo antes da pandemia já este registo tinha uma enorme importância, especialmente dentro de organizações com presença geográfica dispersa.

Foi este o ponto de partida para o mais recente webinar que a DIGIBÉRIA realizou em parceria com a VMware, onde foram partilhados os desafios e as soluções que podem ajudar empresas e colaboradores a criar oportunidades únicas para o contexto que atravessamos e que certamente marcará o futuro próximo e a longo-prazo. A mobilidade é hoje uma exigência, que ontem não o era, e com essa demanda as organizações têm de acelerar o passo e adotar as soluções que permitam não só a sua rentabilidade e produtividade, mas também a sua própria sobrevivência. Num mundo em constante transformação, os decision makers devem questionar-se “É a minha organização à prova do futuro?”

A iniciativa digital levada a cabo pela tecnológica portuguesa em parceria com a gigante norte-americana focou-se numa mão cheia de temas ligados à transformação do espaço de trabalho, nomeadamente à questão dos desafios que as equipas de IT encaram com esta transformação. A segurança do espaço de trabalho está hoje descentralizada do espaço físico de escritório porque as próprias equipas e organizações existem e operam agora numa realidade remota, inteiramente digital, e colaboram mais do que nunca.

Foi este, aliás, o ponto de partida da intervenção de Hugo Oliveira, consultor da DIGIBÉRIA, que recordou a evolução do espaço de trabalho desde as décadas de 70, 80 e 90 até aos dias de hoje. “As nossas ferramentas e espaços de trabalho eram uniestruturados, as nossas equipas eram normalmente pouco encorajadas a trabalhar de forma colaborativa entre si”, explica acrescentando ainda que os equipamentos então utilizados “eram pouco tecnológicos e que os próprios espaços não eram orientados para a tecnologia”.

Esse paradigma mudou, como todos sabemos reconhecer. Do ano 2000 para a frente, assistiu-se “a uma enorme mudança”, refere Hugo Oliveira. Assistimos a transformações que foram “de forma muito direta impulsionadas pelas novas gerações”. Os nossos locais de trabalho de hoje são completamente diferente, são modernos e sofrem “alterações, virtualmente, todos os dias”, garante o consultor.

Neste ambiente de forte transformação, destaca-se a questão da mobilidade, do teletrabalho e dos ambientes digitais, que passaram a ser “um fator de elevada relevância para as organizações”. Prova disso mesmo é a estagnação do mercado de desktops (computadores fixos) comparada ao exponencial crescimento da procura por portáteis, smartphones e tablets – e é de referir que a tecnologia destes últimos evolui diariamente. Ao fim do dia, foi a própria tecnologia “que nos veio mostrar que a mobilidade é de extrema importância”, conclui Hugo Oliveira.

Ora, que desafios levantam, por um lado, esta revolução tecnológica e, por outro, a mudança da cultura de trabalho? Com a geração millennial a pavimentar o caminho (este será o grupo mais importante da população ativa dentro de quatro anos), quais serão as inquietudes destes profissionais e de que forma planeiam e desempenham o seu desenvolvimento profissional? Uma coisa é certa: iremos trabalhar de forma distinta, adaptar diariamente o nosso espaço de trabalho e a colaboração passa a ser um dos pilares mais importantes (e encorajados) das organizações.

No meio de tudo isto, onde fica a questão da segurança?

É aqui que entram empresas como a DIGIBÉRIA e a VMware. Um breve inquérito conduzido pela DIGIBÉRIA revela que o fator que mais acelerou a transformação digital das empresas foi a pandemia. “Esta foi o rastilho da transformação digital”, diz Hugo Oliveira. Com a liberalização do local de trabalho vem uma reformulação profunda do que é “o escritório” nos dias de hoje e uma mudança tão drástica acarreta consigo inúmeros desafios.

Desafios estes “que já tínhamos e outros que serão certamente novos”, explica. As organização vêem agora a necessidade de auferir às equipas de IT maior flexibilidade e os últimos meses mostram-nos que o teletrabalho levantou preocupações quanto à segurança.

A DIGIBÉRIA pretende que os seus serviços especializados e soluções inovadoras respondam a todos estes desafios e que assegurem o crescimento e sucesso das organizações. Falamos de serviços que vão do front office ao back office, onde se analisam questões como o acesso e suporte remoto, Cloud, reporting e análise de dados e até em termos de interface (facilidade de utilização) ou mesmo automatização.

Coube ao Diretor Comercial da DIGIBÉRIA, Edgar Silva, apresentar a solução VMware Horizon e a Francisco Verdugo Navarro, da VMware, VMware Carbon Black – dois produtos distintos que prometem facilitar estes processos de transformação do espaço de trabalho. O VMware Horizon é um produto de virtualização de ambiente de trabalho e apps que permite aos administradores de IT garantir a eficiência, rapidez e segurança na criação de ambientes de trabalho remoto, em qualquer plataforma ou dispositivo. Já o VMware Carbon Black é um software as a service (SaaS) que  integra antivírus, EDR, procura de ameaças e vulnerabilidades e que permite a gestão das mesmas em diferentes dispositivos e utilizadores a partir de um único ponto de controlo e acesso.

Explica Edgar Silva que as questões relacionadas com os parques informáticos dispersos de hoje obrigam as empresas a fazer uma correta assessoria das suas necessidades de forma a reduzir a perca de produtividade ou conectividade. Para isso “a virtualização do posto de trabalho tem um papel crítico na estratégia das empresas e o VMware Horizon ajuda as organizações a ajustar o seu contexto à realidade que hoje vivemos”, adianta.

Se o acesso facilitado aos ambientes de trabalho é chave para o sucesso, garantir a segurança desses ambientes e utilizadores é imperativo e a segurança descentralizada é um desafio enorme para as organizações. Ou era, como explicou também Francisco Verdugo Navarro da VMware, que demonstrou em direto a tecnologia VMware Carbon Black.

O representante da norte-americana começou por referir que vivemos hoje “no mundo onde o remoto é a norma” e que as mudanças que assistimos nos nossos trabalhos estão a acelerar “porque já não há necessidade para um perímetro”, garante. “Muitos de nós nunca voltarão aos escritórios”, diz, e é importante que as organizações comecem já a planear as suas infraestruturas de segurança para essa realidade dispersa: “em termos de segurança, há cada vez mais riscos, mais ameaças, e temos de concentrar o nosso foco em formas de entender e transformar essa segurança no espaço de trabalho”, seja ele qual for.

Para assistir a este webinar pode entrar em contacto com a DIGIBÉRIA e ficar a conhecer melhor as soluções para a sua organização.

 

 

Este conteúdo patrocinado foi produzido em colaboração com a DIGIBÉRIA e VMware Portugal.

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