Número de empresas de crescimento elevado (e emprego que geram) é o mais elevado desde 2009

Segundo o mais recente estudo “As Empresas mais Velozes”, elaborado pela consultora Informa D&B, estas empresas (com, pelo menos, um dezena de empregados e que registam um crescimento orgânico médio anual de empregados superior a 20% durante três anos consecutivos) são responsáveis pela criação de mais de 90 mil novos postos de trabalho em Portugal.

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O número de Empresas de Crescimento Elevado (ECE) e o emprego criado por elas criado atingiram os valores mais altos desde 2009, de acordo com a 8ª edição do estudo “As Empresas mais Velozes”, elaborado pela consultora Informa D&B. Referimo-nos a empresas com, pelo menos, um dezena de empregados e que registam um crescimento orgânico médio anual de empregados superior a 20% durante três anos consecutivos.

Após os anos da crise, em que o número de ECE caiu, a tendência tem sido a da evolução, conforme mostra o gráfico abaixo. No final de 2016 registaram-se 1.575 ECE (mais de metade exportadoras), que representam 0,5% do tecido empresarial português, de acordo com a mesma análise, realizada entre 2013 e 2016.

Apesar de ser uma percentagem pouco significativa, as ECE são atualmente responsáveis pela criação de mais de 90 mil empregos no país, sendo que 41,7% dessas ofertas de trabalho das ECE estão concentradas no segmento dos serviços. “Para este crescimento no novo emprego contribuiu não só o maior número de ECE, mas também a presença entre elas de grandes empresas de serviços em regime de externalização, como trabalho temporário, call centers, segurança e limpeza”, explica a consulta, no relatório divulgado esta quinta-feira.

“As ECE são uma referência muito importante para todo o tecido empresarial. São empresas mais resilientes e ágeis face à concorrência, demonstrando grande potencial enquanto parceiros de negócio, já que podem estimular o desenvolvimento das entidades que com elas se relacionam. Também por isso suscitam um interesse especial por parte de investidores e de grandes empresas interessadas em aquisições”, afirma Teresa Cardoso de Menezes, diretora geral da Informa D&B.

Fonte: Informa D&B

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