O que está em causa nestas legislativas? Cristas recusa seguir dramatização de Nuno Melo

À margem de uma visita ao Museu do Douro, no Peso da Régua, Vila real, Assunção Cristas foi questionada se concordava com Nuno Melo que, na véspera, num jantar comício em Famalicão, disse que o que estava em causa é “o ar que se respira” e “o futuro dos nossos filhos”.

Nem sempre os eleitores estão recetivos à mensagem dos partidos. Foi o caso de uma mulher que tentou agredir Assunção Cristas durante uma arruada no Porto. A mulher foi prontamente afastada e Cristas continuou a campanha dizendo que “este tipo de situações são inaceitáveis”.

A presidente do CDS-PP evitou a dramatização feita pelo eurodeputado Nuno Melo, num jantar em Famalicão, Braga, quando disse que o que estava em causa nas legislativas era “o ar que se respira”.

À margem de uma visita ao Museu do Douro, no Peso da Régua, Vila real, Assunção Cristas foi questionada se concordava com Nuno Melo que, na véspera, num jantar comício em Famalicão, disse que o que estava em causa é “o ar que se respira” e “o futuro dos nossos filhos”.

A resposta de Assunção Cristas resumiu-se a uma frase e que não segue a linha de dramatização lançada pelo eurodeputado.

“O que está em causa é uma alternativa de centro e de direita para o nosso país, que aposta na liberdade das pessoas, que valoriza a iniciativa privada”, disse, sem igualmente acompanhar as críticas de Melo à imprensa: “A minha preocupação todos os dias é explicar porque é que faz sentido votar no CDS.”

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