Orquestra Clássica celebra centenário do armistício de Compiègne

O concerto realiza-se este sábado na Assembleia legislativa da Madeira. O armistício de Compiègne foi um tratado assinado entre os Aliados e Alemanha, que acabou por encerrar a primeira grande guerra mundial.

A Orquestra Clássica da Madeira junta-se este sábado às comemorações dos 100 anos do armistício de Compiègne, com um concerto que se vai realizar na Assembleia Legislativa da Madeira, a partir das 21h30.

Para este concerto o maestro e solista convidado é Martin Panteleev Eschkenazy. No reportório está prevista a interpretação de obras de Antonio Vivaldi, Piotr Ilitch Tchaikovsky, Samuel Barber, Pablo de Sarasate, Joseph Haydn.

De referir que o armistício de Compiègne foi um tratado assinado entre Aliados e a Alemanha, na Floresta de Compiègne, que acabou por encerrar a primeira grande guerra mundial.

A Orquestra Clássica volta aos concertos a 14 de novembro no Hotel Belmond Reid’s Palace, da Orquestra de Cordas – Ensemble XXI, que inclui um reportório com obras de Wolfgang Amadeus Mozart, Ellington, Scott Joplin.

Recomendadas

JPP acredita que Governo “está no bom caminho” seguindo os seus conselhos

O líder parlamentar do JPP, aproveitou a ocasião para questionar sobre documentos solicitados pelo partido, que ainda estão por entregar. Élvio Sousa refere-se a pareceres económicos de transporte marítimo da Universidade Católica e outros relatórios de concessão de serviços públicos de transporte de passageiros entre a Madeira e o Continente, bem como relatórios do Porto do Funchal.

Governo lança selo para comemorar os 20 anos da Floresta Laurissilva

O grupo proprietário do Centro Comercial La Vie, Wider Property, associou-se a estas comemorações, através do seu projeto de sustentabilidade ambiental “Go Green”. Presta uma homenagem à floresta nativa da Madeira, divulgando e promovendo esta iniciativa no seu espaço comercial.

Director de Hemato-Oncologia do SESARAM garante que registos clínicos da unidade estão completos

Na comissão de inquérito à unidade de medicina nuclear, Fernando Aveiro referiu que os registos clínicos já foram auditados e vistoriados.
Comentários