Pagamentos. “Há espaço para tornar o mercado mais competitivo”

A fintech myPOS pretende simplificar e democratizar o mercado dos pagamentos com soluções transversais aos diferentes canais, que não implicam mensalidades ou fidelizações e que sejam “uma autêntica ferramenta de gestão”.

O mercado dos pagamentos automáticos tem vindo a passar por uma verdadeira revolução nos últimos anos. Se o contactless anunciava a inovação, no seu tempo, a verdade é que o consumidor tem hoje inúmeras formas de pagar pelas suas compras e serviços, sejam essas transações físicas ou digitais.

Mas por ser uma realidade que só é possível graças à inovação digital, nos bastidores da maior parte destas soluções encontramos as fintechs que as tornam possíveis. A myPOS é uma delas, e quer revolucionar o tradicional terminal de pagamentos automáticos (TPA), cujo mercado está “datado”, nas palavras de Pedro Osório de Castro, Country Manager em Portugal. O mercado português de pagamentos é um mercado maduro, mas com espaço para crescer com soluções de inovação.

A myPOS oferece a possibilidade de aceitar todos os cartões – nacionais e estrangeiros no mesmo terminal com a última tecnologia Contactless (Apple Pay e Google Pay) e traz a inovação de ser um dos primeiros players a ter a solução myPOS Glass – que permite a aceitação Contactless em telemóveis Android, graças a uma parceria com a Visa”.

“Os pagamentos são importantes, porque quando temos acesso aos hábitos de consumo do cliente, temos uma informação extremamente valiosa. Por outro lado, os grandes comércios estão mal servidos por soluções que não oferecem integrações, automatismos, real-time, etc.”, explica. “É preciso não esquecer que quando estamos a falar de um grande comerciante, por detrás de todos os movimentos e transações, está um processo de reconciliação contabilística e bancária muito complexo”.

É neste que a myPOS pretende contribuir com soluções inovadoras. A empresa tem diversas soluções integradas disponíveis, mas o que a diferencia das que já existem no mercado nacional é a flexibilidade e a inexistência de custos acrescidos ou períodos de fidelização, algo que Pedro Osório de Castro salienta com convicção ter “ajudado muitos negócios durante a pandemia”.

 

A myPOS, no que respeita à aceitação de pagamentos, “tem algumas particularidades”, explica o responsável da fintech. “Nós servimos os clientes (que normalmente são comerciantes) em todos os seus canais de negócio”, do TPA à contabilidade. Sejam esses canais presenciais (TPA), seja online ou numa solução intermédia (pagamento por link) – toda a informação das transações é agregada numa plataforma à qual o comerciante tem acesso e, mais importante ainda, “os valores são creditados instantaneamente, em cerca de três segundos”, o que promete facilitar os processos de reconciliação contabilística.

Uma das soluções mais destacadas oferece ao comerciante a possibilidade de enviar ao seu cliente um link para pagamento. Ou seja, o cliente recebe uma ligação para um portal seguro onde paga exatamente e apenas o valor pedido pelo comerciante. “Pode ser uma solução para os marketplaces, ou comerciantes nas redes socias”, adianta Pedro Osório de Castro. Mas é uma solução também ” bastante útil para o setor da hotelaria ou dos rent-a-cars“, onde muitas das reservas são feitas por telefone ou por e-mail. Nestes casos, o mais comum é o comerciante pedir os dados de cartão do cliente para cobrar o valor de reserva ou de sinal – um hábito que constitui uma “operação de alto risco”, explica.

A diferenciação da nossa solução passa por servir todos os canais do cliente. Quando este abre uma conta connosco, terá acesso a um portal onde vê todas as transações feitas, seja em TPA, por link ou online”. O comerciante pode então aceder a toda a informação do fluxo de pagamentos do seu negócio num computador ou na aplicação para smartphones e geri-la da melhor forma que quiser, uma vez que todos os dados são personalizáveis e exportáveis.

A myPOS também não exige períodos de fidelização nem cobra mensalidades: “O cliente compra os seus terminais e paga apenas os custos das transações desses terminais e das transferências que precisa de fazer dessa conta”, explica Osório de Castro.  “Além disso, disponibilizamos aos clientes de imediato acesso às principais marcas internacionais: Visa, Mastercard, American Express, JCB, Unionpay e ApplePay e GooglePay”, algo que pode apelar fortemente aos comerciantes afetados por situações como aquela que atravessamos ou que tenham um negócio sazonal, que não represente custos desnecessários ao longo do resto do ano.

“Tudo isto se transforma numa ferramenta de gestão, onde o cliente consegue controlar os terminais, integrar o seu site ou softwares de faturação e ERPs que utiliza e onde pode gerir a sua informação de acordo com as suas prioridades. Deixa de ser necessário fazer fechos de terminal, colecionar talões ou recibos: simplifica a operação tanto no front-end como no backoffice“, garante.

 

Quanto ao dinamismo do mercado português, o Country Manager da myPOS deposita muita confiança na inovação como fator de diferenciação, de alargamento e crescimento da aceitação de pagamentos eletrónicos e também na criação de ferramentas abrangentes que permitam ajudar as empresas a maximizar a sua faturação.

No aspeto operacional, há também espaço para evoluir através de integração de softwares e também de disponibilização de informação de gestão abrangente e em tempo real a fim de otimizar os processos de reconciliação contabilística.

“Claro que os comerciantes têm custos quando recebem pagamentos – e esses custos têm descido pela concorrência e competitividade do mercado”, termina, sem antes recordar que a mudança de mentalidade nas PME já começou “e que a pandemia ajudou nesse aspeto. Quando aceitamos pagamentos de qualquer forma, não limitamos clientes. Quando não limitamos clientes, não os perdemos.”

 

 

Este conteúdo patrocinado foi produzido em colaboração com a myPOS.

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