Partidos de Macron e Le Pen praticamente empatados

Na terceira posição situam-se os Republicanos (direita) com 14% que nas últimas eleições europeias de 2014 obteve 27% dos votos, de acordo com uma sondagem da Odoxa Dentsu.

O partido República em Marcha (LREM), do presidente francês, Emmanuel Macron, e o Reagrupamento Nacional (RN) da líder da extrema-direita Marine Le Pen estão praticamente empatados nas intenções de voto para as eleições europeias de 2019.

Mesmo assim o LREM situa-se como primeiro partido de França, com 21,5%, seguido muito de perto pelo RN, com 21%, de acordo com uma sondagem da Odoxa Dentsu publicada no “Figaro” e transmitida pela France Info.

Para o partido de Macron, o resultado desta última sondagem representa uma queda em relação à pesquisa realizada antes do verão e que indicava que entre 23% a 26% dos franceses pretendiam votar no LREM.

A atual previsão (21,5%) representa uma descida de 8% em relação ao resultado obtido por Macron nas presidenciais de junho de 2017.

Pelo contrário, os últimos meses parecem ter sido favoráveis ao partido de extrema-direita já que no princípio do verão a intenção de voto no RN situava-se entre os 17% e os 18%.

Na terceira posição situam-se os Republicanos (direita) com 14% que nas últimas eleições europeias de 2014 obteve 27% dos votos.

O partido de esquerda França Insubmissa de Jean-Luc Mélenchon mantém-se na quarta posição, tal como ocorreu nas últimas eleições presidenciais.

Segundo a sondagem publicada hoje, o partido de Mélenchon regista 12,5% das intenções de voto para as eleições europeias agendadas para o próximo mês de maio.

A plataforma de Nicolas Dupont Aignan, potencial aliado de Le Pen, consegue 6%, os ecologistas 5% e o Partido Socialista, do antigo ministro Benoit Hamon, continua a baixar não ultrapassando os 4,5% das intenções de voto.

Ler mais
Recomendadas

Falhar o combate contra o aquecimento global “não seria apenas imoral, seria suicida”, diz António Guterres

O secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU) alertou os representantes presentes na cimeira do ambiente que se não aumentarem os esforços em relação às alterações climática, os resultados serão “não apenas imorais, mas suicidas” para o planeta.

Número de jornalistas presos atinge novo recorde, com 251 profissionais aprisionados

Pelo terceiro ano consecutivo, cerca de 251 jornalistas estão presos em todo o mundo, o que sugere que a abordagem autoritária à cobertura crítica de notícias é mais do que um pico temporário. China, Egito e Arábia Saudita aprisionaram mais jornalistas do que no ano passado. A política é o tema mais arriscado, seguido pelos direitos humanos.

Catalunha novamente ameaçada com a interrupção da autonomia

Governo socialista acena com a possibilidade do regresso do artigo 155 – o que provocará eleições antecipadas na região. O perigo de essa antecipação se dar a nível nacional é cada vez maior.
Comentários