Grupo Pestana reabre hotel em São Tomé e Príncipe

Considerado no início deste ano pela CNN como um dos 20 locais a visitar em 2020, o hotel  de cinco estrelas localizado na ilha de São Tomé conta com 115 quartos, e fica localizado na baía de Ana Chaves.

O grupo Pestana reabriu o seu hotel em São Tomé e Príncipe, encerrado há meses devido à pandemia da Covid-19.

Considerado no início deste ano pela CNN como um dos 20 locais a visitar em 2020, o hotel  de cinco estrelas localizado na ilha de São Tomé conta com 115 quartos, e fica localizado na baía de Ana Chaves.

O grupo hoteleiro disse que procurou garantir aos seus hóspedes a segurança sanitária imprescindível, uma vez que a pandemia de Covid-19 obrigou a que os locais destinados a receber turistas tenham os devidos cuidados para evitar novos surtos.

O Pestana Hotel Group afirmou também que está a implementar um Programa de Controlo de Desinfeção em todas as unidades da sua rede, em Portugal e no estrangeiro, certificado internacionalmente pelo Grupo SGS.

Para viajar para São Tomé é necessário apresentar um teste Covid-19 negativo, efetuado nas 72 horas antes da viagem, obrigatório para todos os passageiros com idade superior a 3 anos. No regresso a Portugal, todos os passageiros com 12 ou mais anos de idade devem fazer o teste, até 72 horas antes da partida, num laboratório localizado numa ala específica do Hospital Central, destinada apenas para este fim.

Recomendadas

Pedir fatura em Cabo Verde vai dar direito a sorteio de prémios 

O Governo cabo-verdiano prevê lançar no próximo ano sorteios para atribuição de prémios aos contribuintes que pedem faturas e recibos com número de identificação fiscal, assumindo tratar-se de uma forma de travar a evasão fiscal.

Cabo Verde espera receita de impostos novamente acima de 20% do PIB em 2021

No Orçamento Retificativo para 2020, que entrou em vigor em agosto, o governo cabo-verdiano inscreveu a previsão de arrecadar 33.953 milhões de escudos (306,6 milhões de euros) com a receita fiscal, uma quebra de 19,2% face a 2019.

Decisão sobre prisão preventiva de Alex Saab volta ao Tribunal da Relação

Os Estados Unidos acusam Alex Saab de ter branqueado 350 milhões de dólares para pagar atos de corrupção a Nicolás Maduro, através do sistema financeiro norte-americano, enquanto a defesa do empresário colombiano afirma que este viajava com passaporte diplomático, enquanto “enviado especial” do Governo da Venezuela e que por isso a detenção foi ilegal.
Comentários