Pesticidas: Que frutas e legumes estão mais contaminados?

Os morangos estão no topo da lista Dirty Dozen™ das frutas e vegetais mais contaminados de 2018 nos da EWG. Pelo contrário, o abacate é considerado o mais limpo.

A organização não governamental Environmental Working Group (EWG) analisa anualmente a “saúde” das frutas e legumes que segundo o Departamento Agricultura e Alimentação dos Estados Unidos são as preferidas do consumidor. Este ano foram analisadas 47 espécies e realizados testes em cerca de 38.800 amostras de produtos produzidos através de agricultura convencional, a maior parte em território norte-americano.

Os alimentos foram lavados, tal como habitualmente fazemos em casa antes de os comermos. Ainda assim, quase todas as amostras de morangos  – 99% – detetaram resíduos de pelo menos um pesticida. Um terço das amostras revelou a existência de mais de 10 pesticidas e várias combinações de amostras revelaram a existência de 81 pesticidas diferentes.

Os morangos surgem pelo terceiro ano consecutivo à cabeça da lista Dirty Dozen™ das frutas e vegetais de 2018. Os espinafres são o vegetal mais contaminado por produtos químicos e o segundo pior. A seguir na lista da EWG surgem as nectarinas, as maçãs, as uvas, os pêssegos, as cerejas, as pêras, o tomate, o aipo, a batatas e o pimentão doce.

Em contrapartida, o abacate é o campeão da saúde, pelo menos, nesta lista. Segundo a EWG seguem-se o milho doce, o ananás, a couve, a cebola, a papaia, os espargos, a manga, a beringela, o kiwi, o melão, a couve-flor e os brócolos.

 

Recomendadas

Baixa de Lisboa, Av. Liberdade e Almirante Reis sem novas licenças de alojamento local

BE e PS chegaram a acordo para o Regulamento do Alojamento Local de Lisboa, que deverá passar a incluir o eixo Baixa/Avenida da Liberdade/Avenida Almirante Reis nas zonas de contenção, assegurando a interdição de novas licenças.

Taxas de juro baixas: saiba como renegociar o spread do crédito à habitação

Fale com o seu gestor de conta para baixar o spread do seu crédito à habitação. Se o seu banco não aceitar, haverá outra instituição bancária que gostará de receber o seu crédito à habitação. Conheça estas e outras dicas de João Raposo, economista do Grupo Reorganiza.

Spread do crédito à habitação em mínimos de 10 anos. Chegou a altura de renegociar com o banco

A descida relevante do crédito à habitação significa que este é o momento ideal para os consumidores com créditos à habitação reavaliarem a sua situação financeira, especialmente se contraíram o crédito numa altura em que o spread estava elevado.
Comentários