PremiumPonte Vasco da Gama pode ter corredor ‘bus’ ou metro ligeiro para servir aeroporto

Estudos deverão começar em breve, mas a opção final ainda nao está tomada. Se houver ‘OK’ ambiental para o aeroporto do Montijo, a ponte poderá passar a ter quatro faixas em cada sentido.

O Governo está a estudar a hipótese para inserir na ponte Vasco da Gama uma faixa suplementar em cada sentido, exclusivamente dedicada aos transportes públicos, confirmou o Jornal Económico junto de diversas fontes ligadas ao processo. Os estudos ainda não arrancaram no terreno, mas deverão iniciar-se dentro em breve, tendo como objetivo servir os passageiros do futuro aeroporto complementar do Montijo nos seus acessos à capital. Contactado, o Ministério do Planeamento e das Infraestruturas, que tutela esta área, não quis prestar declarações.

Todavia, numa entrevista concedida ao semanário ‘Expresso’ no passado dia 20 de dezembro, Pedro Marques, ministro do Planeamento e das Infraestruturas, revelava que “(…) contamos que na Vasco da Gama seja possível criar uma faixa para transporte público sem retirar faixas ao transporte individual para servir o novo aeroporto”. A ponte Vasco da Gama passaria, assim, a ter quatro faixas em cada sentido, em vez das atuais três.

Também a Lusoponte, concessionária da ponte Vasco da Gama, se escusou a prestar declarações sobre este assunto. Em cima da mesa, estão ainda duas hipóteses: a criação de uma faixa específica bus para transporte coletivo rodoviário de passageiros ou a implantação de um sistema de metropolitano elétrico ligeiro.

Conteúdo reservado a assinantes. Para ler a versão completa, aceda aqui ao JE Leitor.

Relacionadas

Taxas dos aeroportos vão subir menos a partir de 2023

As taxas dos aeroportos portugueses geridos pela ANA aumentam esta semana, agravando a fatura dos passageiros, dos serviços e dos aviões que aterram e descolam. Mas dentro de quatro anos, as atualizações de taxas serão mais moderadas

Veja aqui como vai ser o novo Aeroporto de Lisboa

Investimento deverá rondar cerca de 1,1 mil milhões de euros, sendo integralmente custeado pela Vinci, incluindo não apenas estes dois aeroportos, mas também as infraestruturas de acessibilidades e as indemnizações à Força Aérea para sair da base aérea do Montijo.
Recomendadas

Quem paga a conta dos serviços gratuitos?

As transferências imediatas de pequenos montantes gratuitas representam mais custos e menos receita para os bancos, que não querem ficar com os custos de um serviço de uma marca que não é deles.

Uma Faixa, uma Rota, uma oportunidade, uma ameaça

A “Nova Rota da Seda” já conta com 129 países, incluindo Portugal. Ainda não sabemos ao certo que infraestruturas serão desenvolvidas, além da rede 5G da Huawei em parceria com a Altice, mas importa estarmos atentos.

Lucros da Sonae disparam 33,7% em 2018

O grupo evidencia uma forte melhoria da rentabilidade, num ano em que todos os negócios cresceram, quer organicamente, quer por via de aquisições.
Comentários