Portugal com forte presença na feira de moda de Florença

É um dos certames mais importantes do setor na Europa e este ano a presença das empresas portuguesas e enquadrada na qualidade de ‘Gest Nation’.

Portugal é o país convidado na 95ª edição da Pitti Uomo, a maior feira internacional de moda masculina, agendada para os dias 8 a 11 de janeiro, em Florença. Além do protagonismo associado ao título de ‘Guest Nation’, as empresas nacionais estarão “representadas por uma vasta comitiva de empresas, marcas e estilistas, à conquista de novos mercados internacionais”, refere a organização, a cargo da Seletiva Moda.

Ecolã, +351, Hugo Costa, Ideal & Co, Labuta, Mano Studio, Nycole, WestMister Caiagua, Dielmar e Poente fazem parte da comitiva. “O estatuto de país convidado materializa-se num espaço privilegiado na feira e permite às empresas portuguesas beneficiarem de um programa de promoção internacional, organizado pela própria feira e direcionado a todos os mercados representados”, refere a mesma fonte.

No evento, que tem duas edições anuais, estão previstos mais de 30 mil visitantes, entre empresários, designers, compradores de grandes marcas, representantes de cadeias de distribuição e delegações institucionais. “Além de promover a imagem nacional, as empresas, marcas e estilistas nacionais procuram acima de tudo conquistar novos mercados e aumentar o volume de exportações do sector”, segundo a Seletiva Moda.

A participação das empresas portuguesas na Pitti Uomo é uma iniciativa promovida pela Selectiva Moda e pela ATP – Associação Têxtil e Vestuário de Portugal.m,moda

Recomendadas

Unitel: Português que vai liderar operadora angolana promete “transição suave”

“Tenho conhecimento do profissionalismo da equipa da Unitel e certamente encontraremos a melhor forma de termos uma transição suave mantendo o foco no que é importante: servir os angolanos”, explicou, numa declaração à agência Lusa, Miguel Geraldes, até agora na representação chinesa Huawei na África do Sul.

Finerge compra duas centrais eólicas à Martifer e SPEE por 23 milhões

Empresa detida pelo fundo australiano First State reforçou a sua posição como segunda maior produtora eólica em Portugal.

Bayer já perdeu 40% em bolsa desde a aquisição da Monsanto. Culpa é de um herbicida

Os analistas do Barclays, um banco britânico, consideraram que a queda de 10% das ações da Bayer implica que os investidores estimam que o montante das indemnizações se situe entre os 15 mil milhões e os 20 mil milhões de dólares.
Comentários