Portugal importou quase menos um milhão de toneladas de petróleo bruto de janeiro a abril

A redução das importações de petróleo bruto portuguesas travaram 0,1% o crescimento da carga portuária movimentada de janeiro a abril, diz a Autoridade da Mobilidade e dos Transportes.

Portugal importou quase menos um milhão de toneladas de petróleo bruto de janeiro a abril – exatamente, menos 914,9 mil toneladas – o que determinou uma redução de 0,1% na evolução da atividade portuária dos quatro primeiro meses do ano, comparativamente a igual período de 2018. Assim, segundo dados da Autoridade da Mobilidade e dos Transportes (AMT) entre janeiro e abril de 2019, os portos comerciais do continente movimentaram mais de 29, 8 milhões de toneladas de carga, o que corresponde a menos 32,8 mil toneladas face a igual período de 2018.

Os portos de Leixões e Aveiro registam neste primeiro quadrimestre de 2019 as melhores marcas de sempre, refere a AMT e, neste período, o porto de Sines perdeu a maioria absoluta em termos de tonelagem movimentada, mas mesmo assim a AMT refere que Sines continua a liderar os portos nacionais com uma quota de 49,5%. O conjunto dos portos de Leixões, Aveiro e Setúbal registou um comportamento positivo, “não conseguindo anular, contudo, o desempenho negativo dos restantes”, adianta a AMT.

Manteve-se o crescimento do segmento de contentores, que apresentou mais 3,7% do volume de TEU (medida padrão de um contentor com 20 pés de comprimento), por efeito de variações positivas da generalidade dos portos, à exceção de Lisboa (que registou menos seis mil TEU). Leixões e Sines apresentaram crescimentos de mais 26,7 e mais 12,4 mil TEU, respetivamente. A AMT refere que Leixões e Aveiro atingiram as melhores marcas de sempre, registando, respetivamente, crescimentos de 4,7% (mais 294 mil toneladas) e 1,7% (mais 30,3 mil toneladas). Também Setúbal registou um comportamento positivo, tendo assinalado um acréscimo de 8,4% (mais 182,5 mil toneladas) face a 2018.

A AMT adianta que os restantes portos observam comportamentos negativos no período em análise, de onde se destaca Lisboa, Sines e Figueira da Foz, respetivamente, com decréscimos de 278,8 mil toneladas (menos 7,1%), 153,9 mil toneladas (menos 1%) e 96,8 mil toneladas (menos 14,7%), acompanhados por Viana do Castelo (com uma quebra de 0,6 mil toneladas) e Faro (menos 9,3 mil toneladas).

“O porto de Sines perde a maioria absoluta em termos de tonelagem movimentada, passando a deter uma quota de 49,5%, seguido de Leixões (21,9%), Lisboa (12,2%), Setúbal (7,9%) e Aveiro (6,1%)”, revela a AMT.

Das variações negativas mais expressivas a AMT salienta o mercado de petróleo bruto em Sines e Leixões, que diminui, respetivamente, 24,1% e 13,1%. No entanto, os restantes produtos petrolíferos registaram a maior marca de sempre ao ultrapassar neste quadrimestre as 6 milhões de toneladas.

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