PremiumPresidente da ATP disponível para novas fusões que unifiquem o setor

Mário Jorge Machado diz que consolidar o associativismo nos têxteis até unir todos os empresários seria benéfico para o setor. Frente internacional é outra prioridade do líder da Associação Têxtil e do Vestuário de Portugal.

HO/Reuters

A Associação Têxtil e do Vestuário de Portugal (ATP), presidida pelo empresário e gestor Mário Jorge Machado desde o final de julho, resultou da fusão entre a Associação Portuguesa das Indústrias de Malha e de Confecção e a Associação Portuguesa dos Têxteis e Vestuário, em 2003, mas ainda está longe de ser um setor cujos patrões falem a uma só voz. É nesse quadro que Machado está “disponível para que, havendo interesse, possa haver a continuação desse processo, no sentido de poder haver uma só associação empresarial” que represente o têxtil e a moda, cujas mais de seis mil empresas asseguram cerca de 138 mil empregos e exportaram mais de 5,3 mil milhões de euros em 2018.

Além da ATP, representam o setor a Associação Nacional das Industrias de Vestuário e Confecção (ANIVEC) – que já testou a hipótese de fusão com a ATP –, a Associação Nacional dos Industriais de Lanifícios (ANIL) e a Associação Nacional das Indústrias de Têxteis-Lar (ANITLar).

Artigo publicado na edição semanal de 30 de agosto de 2019, do Jornal Económico. Para ler a versão completa, aceda aqui ao JE Leitor.

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