Produção automóvel sobe 22,8% até maio e ultrapassa os 155 mil veículos

Por classe, nos primeiros cinco meses do ano, foram produzidos 128.506 ligeiros de passageiros, 24.267 comerciais ligeiros e 2.611 pesados, o equivalente a subidas homólogas respetivas de 24,3%, 15,1% e 21,6%.

A produção automóvel em Portugal subiu 22,8% entre janeiro e maio, face a igual período do ano anterior, fixando-se em 155.384 veículos, segundo dados da Associação Automóvel de Portugal (ACAP) hoje divulgados.

“Em termos acumulados, nos cinco meses de 2019, saíram das fábricas instaladas em Portugal 155.384 veículos. Ou seja, mais 22,8% do que em igual período do ano anterior”, indicou, em comunicado, a associação.

Por classe, nos primeiros cinco meses do ano, foram produzidos 128.506 ligeiros de passageiros, 24.267 comerciais ligeiros e 2.611 pesados, o equivalente a subidas homólogas respetivas de 24,3%, 15,1% e 21,6%.

“A informação estatística relativa ao ano de 2019 confirma a importância que as exportações representam para o setor automóvel já que 97,5% dos veículos fabricados em Portugal têm como destino o mercado externo, o que, sublinhe-se, contribui de forma significativa para a balança comercial portuguesa”, apontou a ACAP.

A Europa continua assim a ser o mercado líder nas exportações dos veículos fabricados em território nacional com 98,1%, destacando-se no topo do ‘ranking’ a Alemanha (23,7%), seguida pela Itália (15,5%), França (13,8%) e Espanha (10,9%).

Por sua vez, em maio, foram montados 370 veículos pesados e, no acumulado dos cinco meses, 1.741, tendo sido exportados 93,2% destes, sobretudo para a América (89,3%).

Ler mais
Recomendadas

PremiumPortugal atinge recorde de 24 milhões de turistas em 2019

Presidente do Turismo de Portugal acredita que o crescimento verificado no final do primeiro semestre se irá manter na segunda metade do ano.

Tem carro a gasóleo? Vem aí novo aumento na próxima semana

Já a gasolina vai sofrer uma descida pela segunda semana consecutiva.

PremiumIndústria 4.0: Aposta na formação é essencial para futuro da economia

Em janeiro deste ano a CIP publicou um estudo, elaborado pela McKinsey Global Institute e pela Nova School of Business and Economics, que apontou que a robotização e automação de alguns setores da economia poderão extinguir 1,1 milhões de postos de trabalho na próxima década.
Comentários