PSD: Montenegro cancela intervenção na convenção do MEL

O cancelamento acontece no mesmo dia em que vai apresentar a candidatura à presidência do PSD, numa conferência de imprensa marcada para as 16h00, no Centro Cultural de Belém, em Lisboa.

O ex-líder parlamentar do Partido Social Democrata (PSD) cancelou a intervenção que tinha marcada para esta sexta-feira na 1.ª Convenção do Movimento Europa e da Liberdade (MEL). O cancelamento acontece no mesmo dia em que vai apresentar a candidatura à presidência do PSD, numa conferência de imprensa marcada para as 16h00, no Centro Cultural de Belém, em Lisboa.

Luís Montenegro iria participar num painel sobre “novas realidades europeias e mundiais”, que conta com a participação do economista Luís Amado, o consultor João Marques de Almeida, o economista Joaquim Aguiar e o ex-líder do Partido do Centro Democrático Cristão (CDS-PP), Paulo Portas. O painel vai ser moderado pelo jornalista António Costa.

A 1.ª Convenção do Movimento Europa e Liberdade termina esta sexta-feira. O evento tem como objetivo colocar os partidos “do centro da governação” a debater temas como os desafios da Europa e do mundo, influenciando o discurso político e rejeitando qualquer tipo de ataque ao Governo e partidos atuais.

Recomendadas

PSD quer auditoria ao período pós-resolução do BES

Segundo o deputado do PSD, António Leitão Amaro, o que é preciso auditar, “e que ainda não foi auditado” consiste no que aconteceu depois da resolução do BES, “como a venda do Novo Banco à Lone Star e o que aconteceu depois disso”, nomeadamente, “as imparidades”.

“Não há mais como escapar”. Como os políticos brasileiros reagiram à detenção de Michel Temer

A Polícia Federal brasileira deteve hoje de manhã Michel Temer e tenta cumprir outros mandados contra aliados do antigo Presidente brasileiro, numa ação a pedido dos investigadores da Operação Lava Jato do Rio de Janeiro. As reações não se fizeram esperar.

PCP propõe nova estrutura orgânica e forma de gestão das Áreas Protegidas

Grupo Parlamentar do PCP apresenta projeto de lei que visa “assegurar uma gestão mais próxima e adequada das Áreas Protegidas” e “determinar o papel essencial dos Planos Especiais de Ordenamento do Território e a responsabilidade do Instituto de Conservação da Natureza e Florestas”.
Comentários