Serralves e Gulbenkian no mapa cultural do Bankinter

Fundador de Serralves desde 2019, o Bankinter anuncia também o apoio à exposição “Cérebro, mais vasto que o céu”, organizada pela Fundação Calouste Gulbenkian.

Alberto Ramos

O Bankinter, que já se tornou este ano Fundador de Serralves, anunciou esta terça-feira que será mecenas da exposição “Cérebro, mais vasto que o céu”, organizada pela Fundação Calouste Gulbenkian, por ocasião dos 150 anos do nascimento de Calouste Sarkis Gulbenkian.

“Estes dois protocolos com duas instituições mundialmente reconhecidas e com um papel ímpar junto da sociedade portuguesa, surgem no seguimento de uma estratégia de proximidade do Bankinter, no apoio à cultura, à partilha de conhecimento, inovação e desenvolvimento tecnológico”, revela o banco em comunicado.

A exposição “Cérebro, mais vasto que o céu”, na Fundação Calouste Gulbenkian, designada pela fundação como “um marco na agenda cultural e científica em Portugal”, estará patente ao público na Galeria Principal do Edifício Sede da Fundação Calouste Gulbenkian, até ao início de junho, com “múltiplos eventos científicos e artísticos que contarão com a presença de personalidades de referência internacional”, destaca a instituição bancária.

“O reforço do apoio do Bankinter à cultura, através dos dois protocolos formalizados este ano com a Fundação Calouste Gulbenkian e a Fundação de Serralves, é mais uma forma de proximidade do banco e de apoio ao desenvolvimento da sociedade. Temos como missão, apoiar as famílias e as empresas e entendemos que o fomento da cultura e do conhecimento é parte integrante dessa missão”, realça Alberto Ramos, CEO do Bankinter Portugal.

 

Recomendadas
Balcão Santander

Santander disponibiliza pagamentos por ‘smartwatch’

O Santander pretende ser a melhor plataforma aberta de serviços financeiros e, nesse sentido, tem vindo a acelerar a transformação digital.

Robôs da banca já vendem serviços e respondem a clientes

A ascensão da inteligência artificial criou a banca em tempo real e da ‘empática’, substituindo relações humanas. Bancos conseguem reduzir custos operacionais e evitar erros que podem custar caro às instituições e aos seus clientes.

Linhas Covid-19: Banca aprovou crédito no valor de 6,5 mil milhões de euros até maio. Mas só 3,2 mil milhões chegaram às empresas

Segundo dados consultados pelo JE, até ao mês de maio de 2020, as operações de crédito efetivamente concretizadas pela banca somavam 3,3 mil milhões de euros, mas o montante de financiamento aprovado total ascendeu a 6,5 mil milhões de euros. A diferença entre o financiamento aprovado pela banca e o crédito que efetivamente chegou às empresas é esta: 3,2 mil milhões de euros.
Comentários