Sporting: como reagem as ações ao efeito ‘Varandas’?

Com uma capitalização de mercado de aproximadamente 50 milhões de euros e com cada ação a valer 0,75 euros, o clube leonino acumula, este ano, um ganho de 12%.

Rodrigo Antunes/Lusa

A eleição de Frederico Varandas como presidente do Sporting e o clima de estabilidade que o clube vive atualmente fez com que  as ações do clube leonino registassem uma subida de cerca de 18% durante o dia de segunda-feira, 10 de setembro. De acordo com a análise realizada pela Activotrade, esta subida assume-se como “uma valorização normal dentro daquele que tem sido o comportamento registado pelas ações do Sporting ao longo do ano, valorização essa que oscila, atualmente e desde o primeiro trimestre de 2016, entre os 0,90 e os 0,60 euros”.

Com uma capitalização de mercado de aproximadamente 50 milhões de euros e com cada ação a valer 0,75 euros, o clube leonino acumula, este ano, um ganho de 12%. Para Bruno Janeiro, analista da Activotrade, “o baixo volume de transações – que ascendeu a 287.500, que equivalem a 215 mil euros – justificam o facto de os títulos do Sporting estarem em lateralidade (período durante o qual a cotação de um determinado ativo flutua dentro de um determinado intervalo de preços, sem que consiga definir uma tendência ascendente ou descendente) a longo prazo”.

A Activotrade, que analisou a flutuação registada em Bolsa no período anterior e posterior à eleição, demonstra, igualmente, que apesar de ser visível um aumento de volatilidade na cotação das ações do clube, estas não saíram do intervalo de preços onde têm estado a negociar nos últimos anos.

Recomendadas

É oficial: o café está em risco de extinção

Alterações climáticas que se têm sentido nos últimos anos estão a afetar a produção de café.

Inquilinos esperam promulgação de alterações à lei das rendas

A Associação dos Inquilinos Lisbonenses (AIL) disse hoje à Lusa que espera que as alterações à legislação das rendas sejam promulgadas pelo Presidente da República, defendendo que estas podem ser “globalmente positivas”, mas também comportam aspetos negativos.

Reforma da supervisão financeira anunciada há quase dois anos continua por fazer

A reforma da supervisão financeira faz parte do programa do Governo, de finais de 2015, e logo em 2016 o ministro das Finanças, Mário Centeno, falou da necessidade de lançar uma “reflexão profunda” sobre a supervisão, para que “funcione melhor”, tendo em conta que “a experiência recente do sistema financeiro [português] é dececionante”.
Comentários