Terrorismo: Marcelo, Costa e Constança asseguram manutenção do nível de alerta

Marcelo, Costa e Constança Urbano de Sousa asseguram não haver razões para que os nível de alerta terrorista se altere e que o mesmo continua a ser “moderado”. A ministra da Administração Interna diz ainda não haver qualquer indício de ataque terrorista em Portugal.

No seguimento dos rumores que durante a manhã de hoje apontavam para um reforço do policiamento em zonas turísticas de Lisboa, foram várias as fontes que asseguraram que este procedimento era normal e que em nada era devido a um suposto aumento do nível de alerta terrorista em Portugal.

Questionado pelos jornalistas sobre a temática, o Presidente da República revelou que, depois de ouvir as autoridades competentes, não há razões para justificar uma alteração do nível de alerta atual: “O que significa que aquilo que já foi explicado aos portugueses é aquilo que eu reitero: Não há neste momento razões que justifiquem alteração do nível de alerta de segurança no nosso país”, concluiu.

Também António Costa afirmou à imprensa que, apesar do reforço dos efetivos de segurança e da alteração da estratégia, o nível de alerta terrorista mantém-se em “moderado”.

À entradas das instalações da Autoridade Nacional de Proteção Civil, a ministra da Administração Interna afirmou não haver qualquer indício de ataque terrorista em Portugal, reiterando que o reforço do policiamento da PSP e da GNR é de visibilidade e normal.

Para Constança Urbano de Sousa, apesar de não ser possível excluir totalmente um ataque terrorista, as autoridades mantém o mesmo grau de ameaça. “Que tenha conhecimento não há um perigo concreto de um atentado no local A ou B. Não existe nenhum aviso de que vai haver uma atentado terrorista aqui ou acolá”, garantiu aos jornalistas presentes.

Relacionadas

Autoridades garantem: Ameaça terrorista em Portugal “é moderada”

Fonte da PSP e a Secretária-Geral do Sistema de Segurança Interna desmentem os rumores que circulavam acerca do reforço da segurança em algumas zonas turísticas de Lisboa e do aumento do nível de ameaça terrorista.
Recomendadas

Ata do IPDJ contraria afirmações do secretário de Estado do Desporto

Ata de reunião de 5 de maio de 2017 do conselho diretivo do IPDJ confirma acusação que recai sobre Vítor Pataco: Baganha teve de avocar o processo que o seu vice reteve por nove meses.

Decisão sobre Infarmed é coerente e teve em conta vontade dos trabalhadores, diz ministro

O ministro da Saúde considera que a decisão de suspender para já a deslocalização do Infarmed para o Porto “é coerente” com o que Governo tem afirmado e foi tomada tendo em conta a vontade dos trabalhadores da instituição.

Decisão sobre Infarmed é coerente e teve em conta vontade dos trabalhadores, realça ministro da Saúde

Para Campos Fernandes, a análise feita pelo grupo de trabalho sobre a manifestação da vontade dos trabalhadores, que não pretendiam mudar para o Porto, constitui uma “barreira” à deslocalização do Infarmed.
Comentários