Tirar um curso superior pode custar sete mil euros por ano

No ano letivo de 2015/2016 estudar no ensino superior custava em média 6.445 euros anuais. Um aluno do ensino superior privado gastou quase dez mil euros e aos dias de hoje, só as propinas podem variar entre os dois mil e os seis mil euros anuais nestas instituições.

Estudar no ensino superior continua a exigir um esforço financeiro às famílias. No ano letivo de 2015/2016, cada aluno gastou em média 6.445 euros por ano, divididos entre propinas, material escolar e outros custos, como alojamento ou despesas de transporte, de acordo com os dados indicados pelo estudo “o custo dos estudantes no ensino superior português”, e revelados na edição de segunda-feira, 24 de setembro, pelo “Jornal de Notícias”.

A tendência tem sido para aumentar sobretudo nos custos dos alojamentos, em especial dos alunos que se deslocam para Lisboa e Porto. A norte do país arrendar uma habitação custa em média no ano de 2018, 407 euros, face aos 383 do ano passado, segundo a plataforma Uniplaces. Na capital, o valor subiu dos 459 euros, para os 485 euros.

Este estudo revela também que em 2015/2016 um aluno do ensino superior privado gastou quase dez mil euros, e aos dias de hoje, só as propinas podem variar entre os dois mil e os seis mil euros anuais nestas instituições. Já no politécnico privado a despesa é ligeiramente menor, 8.296 euros.

Em relação ao ensino público estudar no politécnico custava anualmente 6.173 euros e no ensino universitário 5.576. Olhando para a média dos 6.445 euros dividos por propinas, material escolar e livros (1.718 euros) e os custos de vida como alojamento, alimentação e transportes (4.727 euros), dá uma despesa mensal em média de 537 euros.

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