Tráfego nos aeroportos portugueses cresceu 6,9% no 2.º trimestre

Os dez aeroportos geridos pela ANA em Portugal registaram um aumento do tráfego de 6,9% no segundo trimestre face ao mesmo período do ano passado, para 15,3 milhões de passageiros, ou seja, mais cerca de um milhão, foi hoje anunciado.

Cristina Bernardo
Ler mais

Segundo os dados divulgados pela Vinci Airports, os aeroportos de Lisboa e Porto registaram no segundo trimestre um crescimento de 10,7% e de 11,2% respetivamente.

O tráfego em Faro e na Madeira “permanece estável, apesar do colapso da Air Monarch e da Niki em 2017 e das condições meteorológicas adversas que resultaram em muitos cancelamentos de voos”, avança a Vinci.

“Esta estabilidade reflete a boa saúde das principais linhas operadas em Portugal, incluindo a TAP, a companhia aérea nacional portuguesa, e a Ryanair, easyJet, Transavia e Jet2”, acrescenta a empresa.

A taxa média de ocupação dos voos comerciais atingiu 86,1% (mais 60 pontos base), com Portugal a ser um destino popular para turistas europeus, principalmente de Espanha, França, Reino Unido e Alemanha.

As 23 companhias aéreas abriram um total de 48 novas rotas em Portugal.

No segundo trimestre, o tráfego das 36 plataformas geridas pela Vinci Airports aumentou 7,4% em termos homólogos, elevando o número total de passageiros 42,9 milhões.

Recomendadas

Desemprego em agosto cai 19% face ao mês homólogo de 2017

Tendência anual de um aumento ligeiro do desemprego no mês de agosto face ao mês de julho regista-se novamente, com um aumento de 2,3% em agosto face ao mês anterior.

“Aqueles que reinam no céu também devem ser responsáveis no solo”. Bruxelas desafia Ryanair

“A Ryanair diz-nos que tem o seu modelo de negócios ‘low cost’ (baixo custo). Muito bem, respeitamos. Mas vemos que outras companhias ‘low cost’ na UE trabalham com contratos locais, por isso a minha questão à Ryanair é: «do que é que estão à espera?»”, realçou a comissária europeia responsável pelo Emprego.

Lei ‘Uber’: PCP vai propor revogação da lei

“Consideramos que já muito mal foi feito, mas ainda vamos a tempo de evitar o agravamento de problemas e a situação gravíssima que está em perspetiva para aquele setor”, anunciou o deputado Bruno Dias.
Comentários