Um terço dos parques infantis tem falhas de segurança

Depois de várias fiscalizações da ASAE, foram instaurados 191 processos contraordenacionais.

A Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE) detetou irregularidades em 37% dos 516 espaços de jogo e recreio fiscalizados no país desde 2013.

A notícia avançada esta quinta-feira pelo “Jornal de Notícias” e revela que as infrações mais frequentes relacionam-se com insuficiente conservação dos equipamentos, como madeiras gastas ou pinturas corroídas, e falhas nas zonas de impacto e no piso.

A intenção de avançar para um registo eletrónico de todos os parques infantis e outros locais de diversão, como skate parques e insufláveis, onde se pudesse fazer uma atualização constante das condições de segurança estava estipulada em documento mas acabou por não sair do diploma, conforme explica o JN.

“Perdeu-se muita coisa nos últimos anos. A responsabilidade de fiscalização transitou do Instituto Português do Desporto para a ASAE”, diz ao matutino a presidente da Associação Portuguesa para a Promoção da Segurança Infantil (APSI). Sandra Nascimento refere que tem havido desatenção para com estes equipamentos.

Segundo a responsável pela ASPI, o “parque infantil deve ser considerado um espaço nobre”. Sandra Nascimento não se sabe “o que se passa nos parques infantis” e lamenta a inexistência de “um estudo centralizado e fundamentado”.

“A maior parte não é suficientemente interessante. Alguns parecem vir de um kit único: um chão de borracha, um baloiço e já está. Hoje têm de ser atrativos para as crianças querem frequentá-lo porque a concorrência é muito forte”, acrescenta a presidente da associação.

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