V Recenseamento Empresarial arranca em Setembro e custa dez mil contos

O Governo vai gastar cerca de dez mil contos no recenseamento empresarial, que decorre de 03 a 30 de Setembro em todo o país, segundo uma fonte do Instituto Nacional de Estatística (INE).

Em declarações à imprensa à margem de uma formação dos inquiridores que se iniciou hoje na Cidade da Praia, o vice-presidente do INE, Celso Soares, explicou que este recenseamento vai permitir recolher todas informações atinentes ao tecido empresarial que actua em Cabo Verde, além de proporcionar uma “informação exaustiva” sobre a demografia das empresas e actividades económicas do país.

Segundo o vice-presidente do INE, vão ser transmitidas aos formandos informações que devem ser recolhidas, com vista a ter “todos os dados fundamentais” para a actividade que se está a desenvolver, que consiste na “renovação do ano básico das contas nacionais”.

“Essas informações são cruciais para o sucesso desta operação” indicou Celso Soares, acrescentando que, pela primeira vez, este recenseamento contempla organizações não-governamentais (ONG).

Explicou, por outro lado, que as ONG entram neste recenseamento porque estas também se dedicam às actividades económicas.

Durante o recenseamento, os inquiridores vão procurar saber desde quando uma determinada empresa foi criada, em que área está a exercer actividades económicas, sobre o número de pessoal com o qual labora, enfim, vai se recolher informações gerais sobre a empresa.

Além da Praia, existem mais três pólos de formação: São Vicente, Sal e Fogo.

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“As coisas estão a fluir e as instituições estão a colaborar cada vez mais connosco e penso que já perceberam que nós existimos para ajudar o país, visando a sua evolução. Quando as pessoas estão satisfeitas e motivadas trabalham mais, pelo que é preciso haver justiça para que o país caminhe melhor”, afirmou Vera Querido.

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