Venda vs Serviço: soluções à medida

Com 70 anos de existência e líder de mercado no seu segmento, a IMO é uma empresa familiar que, de Felgueiras, chega aos quatro cantos do Mundo.

Pensada inicialmente para ser uma pequena metalurgia, a IMO já vai na terceira geração de gestores. Com o tempo, foi-se especializando em mobiliário hospitalar: camas, macas, cadeirões, mesas, entre outros. Materiais de qualidade, tanto a nível de proteção como antibacteriano, tecnologia de ponta e competitiva, a hipótese de poder controlar os vários processos de produção. João Sousa, neto do fundador da empresa, tem orgulho no caminho percorrido e vontade de crescer ainda mais. Para ele, a Newrent é uma parceira que lhe permitiu atingir uma dimensão suficiente para conseguir a chegar a todos os continentes. Foi no início da década de 90 que resolveram fazer da exportação um objectivo primordial, desenvolvendo e adequando os seus vários produtos ao mercado mundial. Até porque hoje, a venda do produto faz-se de maneira diferente: o serviço assume uma importância como nunca se viu, uma tendência testemunhada no Mundo inteiro e com uma relevância cada vez maior. É fundamental um leque alargado de soluções para que os clientes tenham exactamente aquilo de que precisam. Uma ponte em tudo facilitada pela sinergia positiva entre estas duas empresas.

 

 

Este artigo foi produzido em colaboração com a Newrent.

Recomendadas

Pensão de Horta-Osório gera polémica interna no Lloyds

O gestor português é acusado de ter benefícios muito acima do que a instituição pratica para a generalidade dos seus funcionários. A polémica pode ‘resvalar’ para a assembleia geral de maio próximo.

Standard & Poor’s volta a subir rating do Banco BPI

Agência destaca a sólida posição do BPI no negócio de banca comercial em Portugal e uma qualidade dos ativos melhor do que os competidores domésticos.

Deutsche Bank terá emprestado 2 mil milhões de dólares a Donald Trump durante 20 anos

Antes de ser eleito, foram concedidos pelo banco alemão empréstimos no valor 2 mil milhões de dólares a Donald Trump. O relatório do ”New York Times” avança que estas cedências foram feitas num espaço de duas décadas.
Comentários